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	<title>Cultura Baiana &#187; recôncavo baiano</title>
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		<title>Maniçoba a delícia que mete medo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 16:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/manicoba-Foto-rosilda-cruz.jpg" rel="lightbox[8133]"><img class="alignnone size-full wp-image-8135" title="Maniçoba" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/manicoba-Foto-rosilda-cruz.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a></p>
<p>Maniçoba, é um prato de origem indígena, tipicamente brasileiro e também muito apreciado aqui na Bahia principalmente no Recôncavo baiano, leia-se as cidade de Cachoeira e Santo Amaro. O seu preparo é feito com as folhas da maniva bem moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso), acrescida de carnes de porco, de boi é comumente acompanhada de arroz, farinha e pimenta.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz.jpg" rel="lightbox[8133]"><img class="alignnone  wp-image-8136" title="Manicoba Foto Rosilda Cruz" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Tradicionalmente, a maniçoba, é um dos pratos principais nas festas de Círios no Estado do Pará, como o Círio de Nazaré (Acará, Anajás, Augusto Corrêa, Aurora do Pará, Belém, Bragança, Castanhal, Curralinho, Curuçá, Oeiras do Pará, São Domingos do Capim, Vigia de Nazaré e outros).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ingredientes</p>
<p>Maniva moída</p>
<p>Toucinho</p>
<p>Carne-seca</p>
<p>Chouriço</p>
<p>Carnes de porco e de boi</p>
<p>Fato</p>
<p>Temperos verdes</p>
<p>Cebola,alho</p>
<p>Tomate</p>

<a href='http://www.culturabaiana.com.br/manicoba-a-delicia-que-mete-medo/manicoba-foto-rosilda-cruz-13/' title='Manicoba Foto Rosilda Cruz (13)'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Manicoba Foto Rosilda Cruz (13)" title="Manicoba Foto Rosilda Cruz (13)" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/manicoba-a-delicia-que-mete-medo/manicoba-foto-rosilda-cruz-23/' title='Manicoba Foto Rosilda Cruz (23)'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz-23-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Manicoba Foto Rosilda Cruz (23)" title="Manicoba Foto Rosilda Cruz (23)" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/manicoba-a-delicia-que-mete-medo/manicoba-foto-rosilda-cruz-12/' title='Manicoba Foto Rosilda Cruz (12)'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Manicoba Foto Rosilda Cruz (12)" title="Manicoba Foto Rosilda Cruz (12)" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/manicoba-a-delicia-que-mete-medo/manicoba-3/' title='Maniçoba'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/manicoba-Foto-rosilda-cruz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Maniçoba" title="Maniçoba" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/manicoba-a-delicia-que-mete-medo/manicoba-foto-rosilda-cruz/' title='Manicoba Foto Rosilda Cruz'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Manicoba-Foto-Rosilda-Cruz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Manicoba Foto Rosilda Cruz" title="Manicoba Foto Rosilda Cruz" /></a>

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		<title>Em uma verdadeira celebração ao Recôncavo Baiano Roberto Mendes recebe convidados ilustres no Pelô ,</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 03:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/roberto-mendes-divulgação.jpg" rel="lightbox[7909]"><img class="alignnone size-full wp-image-7910" title="roberto mendes divulgação" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/12/roberto-mendes-divulgação.jpg" alt="" width="268" height="268" /></a></p>
<p>O espetáculo “Quem vem lá sou eu – Na fé, na festa, na dança”, de Roberto Mendes, poderá ser visto no Largo Pedro Archanjo, às 20h, na próxima sexta-feira (09). O show recebe o apoio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), órgão da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) e abordará a alma do povo e costumes da região do Recôncavo Baiano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roberto Mendes, músico com mais de 30 anos de carreira, demonstra muito entusiasmo com o projeto. “Levaremos ao largo vídeos com depoimentos de José Carlos Capinan, Ordep Serra e um belíssimo chamado ‘Samba de Roda na Palma da Mão’ de Jorge Pacoa”, explica. Está previsto na programação, ainda, o cortejo do Recôncavo, liderado por Dona Dalva, matriarca do samba de roda de Cachoeira, que será recebido com a voz marcante de Virgínia Rodrigues.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O velho Pelô receberá além de Virginia Rodrigues, Alex Mesquita, Tiganá Santana e muitos outros nomes pisarão nesta terra histórica e querida chamada Pelourinho”, diz Roberto. O show ainda contará com apresentações de Leonardo Mendes, Fabiana Cozza, Gustavo Caribé, Giba Conceição, João Mendes e Tedy Santana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O quê:Show QUEM VEM LÁ SOU EU – Na fé, na festa, na dança com Roberto Mendes e Convidados</p>
<p>Onde: Largo Pedro Archanjo</p>
<p>Quando: Dia 09 de dezembro – às 20 horas.</p>
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		<title>Primeira Virada Cultural da Bahia acontece em Maragojipe neste final de semana (5 e 6)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 12:18:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong></p>
<p align="center"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Jota-Velloso-Foto-Chico-Egídio.jpg" rel="lightbox[6961]"><img class="alignleft size-full wp-image-6963" title="Jota Velloso (Foto Chico Egídio)" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Jota-Velloso-Foto-Chico-Egídio.jpg" alt="" width="620" height="412" /></a></p>
<p>Neste final de semana (05 e 06) a cidade de Maragojipe se transforma na capital cultural baiana já que lá acontece a primeira Virada Cultural da Bahia nesse município do Recôncavo conhecido pelos importantes bens culturais alguns reconhecidos oficialmente como Patrimônio do Estado, como o Carnaval de Maragojipe, terreiros de candomblés tombados e edificações de finais do século XIX e início do XX.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São 24 horas de intensa programação artística que inclui música, teatro, dança, cinema, literatura, manifestações culturais e muito mais. E o melhor, tudo de graça. Entre as atrações musicais, destaque para os shows de <strong>Vânia Abreu, Jota Velloso</strong> e da banda <strong>Retrofoguetes</strong>. A <strong>Roda Baiana &#8211; Virada Cultural Maragojipana</strong> integra a programação do projeto Cidade Baiana da Cultura e tem apoio da Secretaria de Cultura Municipal, da Prefeitura e da Secretaria de Turismo do Estado (Setur).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Retrofoguetes-Foto-por-Sora-Maia.jpg" rel="lightbox[6961]"><img class="size-full wp-image-6964 alignright" title="Retrofoguetes [Foto por Sora Maia]" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Retrofoguetes-Foto-por-Sora-Maia.jpg" alt="" width="434" height="291" /></a></p>
<p>“Em 05 de novembro Dia da Cultura, Maragojipe tem a ousadia de trazer para a Bahia</p>
<p>um movimento que já vem dando certo em várias capitais brasileiras: o de facilitar o acesso da população a arte”, diz André Reis coordenador do Cidade Baiana da Cultura. “A Virada mostra a força cultural do Recôncavo e tem tudo para se tornar em um evento anual”, afirma Luiz Carlos Brasileiro, secretário de Cultura e Turismo do município.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São 24 horas de programação cultural contínua e gratuita. As apresentações acontecerão em espaços públicos, como a Casa de Cultura de Maragojipe, a Fundação Vovó do Mangue e a Igreja Matriz de São Bartolomeu. Mas para acompanhar tudo é preciso ter muito fôlego. A maratona cultural começa às 19h30 do dia 05 com apresentações de Mandus e Cabeçorras e só termina no dia seguinte, às 22h30, com o show de Enio e a Maloca <em>(programação em anexo).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Os artistas também estão entusiasmados com a Iniciativa. É o caso do músico e compositor Jota Velloso que se apresenta pela primeira vez em Maragojipe. “Estou ansioso”, confessa. “Participar da Virada Cultural é um presente, visto que Maragojipe é um lugar peculiar e que integra uma região rica em história”, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com forte influência do movimento tropicalista, o cantor promete levar para o público um rico repertório em uma mescla da Música Popular Brasileira (MPB). Entre as canções que serão interpretadas durante pouco mais de uma hora de show, a já bem conhecida do público <em>Santo Antônio</em>, composta por ele e eternizada na voz de Maria Bethânia, uma versão com novo arranjo de <em>Último Desejo </em>do sambista Noel Rosa, <em>Clandestino</em> do cantor e compositor hispano-francês Manu Chao, além de uma homenagem a Armandinho, Dodô e Osmar. “O repertório terá músicas do meu primeiro e segundo discos. Somado a isso, composições de outros autores que gosto muito e que fazem parte do show <em>J. Velloso e os Cavaleiros de Jorge</em>”, conta o cantor.</p>
<p>Quem também não esconde a ansiedade é o baixista CH Straatmann, da banda Retrofoguetes. Pela primeira no município, o trio baiano instrumental formado por Rex (bateria), CH e Morotó Slim (guitarra) vai presentear os maragojipanos com um repertório que inclui músicas dos dois CDs produzidos pela banda ao longo de seus nove anos de existência: Ativar Retrofoguetes! (2004, selo Monstro Discos) e Chachachá (2009, Indústrias Karzov &#8211; Independente).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Sempre tivemos vontade de tocar nesta cidade belíssima que é Maragojipe e agora teremos essa oportunidade. Acho ótimo quando as cidades se mobilizam para levar eventos culturais para a população”, comenta o baixista, afirmando que eventos como esse também ajudam a divulgar o trabalho de músicos que tocam ritmos diferentes de axé e pagode.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E além dos shows musicais, vale lembrar que a programação inclui saraus, exibição de filme, espetáculos de dança, teatro e muito mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Turismo</strong></p>
<p>A Virada Cultural na cidade de Maragojipe é uma opção de lazer, tanto para quem vive nas cidades do Recôncavo quanto para quem mora na capital baiana, já que a cidade está a apenas 133km de Salvador. É possível chegar ao município por terra ou pelo mar. Uma boa oportunidade, também, de fazer turismo em um dos locais mais bonitos do Recôncavo Baiano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Último paradeiro náutico do Recôncavo Baiano, Maragojipe é banhada pelo Rio Paraguaçu e ainda abriga, no porto do Caijá, dezenas de canoas e saveiros. As antigas embarcações à vela eram muito utilizadas para o transporte das mais diversas mercadorias no interior da Baía de Todos os Santos até recentemente. Hoje, ainda restam alguns exemplares concorrendo com meios de transporte mais modernos. Há 42 anos a cidade serve de porto para a tradicional Regata Aratu-Maragojipe.</p>
<p>A culinária local é baseada em geral em frutos do mar em virtude da situação litorânea do município. Pratos como moquecas de camarão, catados de siri, caldo de lambreta e de sururu, além é claro de pratos exóticos: como bobó de inhame, moqueca de carne seca com jiló, e pirão de café com carne de fumeiro ou carne seca e a nossa divina mariscada. Além disso tem a farinha de mandioca, conhecida como farinha da copioba, porque é produzida na serra da copioba e é considerada a melhor farinha do país.</p>
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		<title>Festa Literária Internacional de Cachoeira aquece economia de Cachoeira</title>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC01660-2.jpg" rel="lightbox[6185]"><img class="aligncenter size-full wp-image-6187" title="cachoeira" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/09/DSC01660-2.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a></p>
<p>A <strong>Festa Literária Internacional de Cachoeira</strong> (Flica 2011) acontece na cidade entre os dias 11 e 16 de outubro com uma programação de debates e atrações musicais gratuitas. Além de <strong>celebrar a literatura e difundir a cultura brasileira</strong>, a feira atrai turistas e empresários à cidade, movimentando a sua economia. <strong>Cachoeira</strong> é o primeiro município da Bahia a sediar uma festa literária internacional, trazendo possibilidades de lucro e geração de empregos temporários para a população.</p>
<p>Segundo o Secretário de Cultura de Cachoeira, Lourival Trindade, a cidade receberá investimentos de, pelo menos, R$ 40 mil. “Investiremos em transporte, estrutura, turismo e na preparação de equipes qualificadas para atuar no evento. Promoveremos também a Feira de Artesanato de Cachoeira no mesmo período. Só costumamos montar esta feira em épocas de grandes eventos na cidade. Como consideramos a Flica uma destas boas oportunidades, adotaremos esta medida, oferecendo ao turista mais uma opção de cultura e lazer, e um estímulo à economia dos artesãos e artistas da região”, comenta.</p>
<p>O proprietário da pousada do Convento do Carmo, Edilson Pereira, já está sentindo os reflexos da Flica nas reservas de quartos para o mês de outubro. “Só alcançamos a ocupação completa em momentos pontuais, como São João e festa da Boa Morte. Realmente acreditamos que a Flica é mais um destes momentos excelentes para a economia. Já estamos com 80% de reservas fechadas para o período”, contabiliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pereira também é responsável pelo restaurante do Carmo e pelo Cachoeira Apart Hotel e garante que está preparando os estabelecimentos para atender à demanda. “A festa é muito interessante para nós, aumenta o fluxo de turistas e ainda reforça a importância cultural da cidade”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expectativa é atrair 10 mil pessoas nos seis dias de festa. A cidade dispõe de 400 leitos de hospedagem registrados na Prefeitura, mas, em épocas de grandes eventos os moradores também costumam alugar suas casas para acomodar os visitantes e incrementar o orçamento doméstico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a <strong>Flica 2011</strong>, <strong>autores do Brasil</strong> e do mundo se encontrarão no <strong>Recôncavo Baiano</strong> para celebrar a <strong>literatura</strong> e discutir a<strong> cultura brasileira</strong> numa programação de debates e atrações musicais completamente gratuita. O evento tem patrocínio da <strong>Oi e Governo do Estado da Bahia através do Fazcultura, Bahiatursa, Secretaria do Turismo, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda</strong>. A realização é da <strong>Putzgrillo! Cultura</strong>, com apoio do Oi Futuro, Secretaria da Educação, Fundação Pedro Calmon e Rede Bahia, além do apoio institucional da UFRB e da Prefeitura Municipal da Cachoeira.</p>
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		<title>Viola de Arame &#8211; Um show dedicado à viola brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 14:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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<p><strong>Um show dedicado à viola brasileira</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os músicos <strong>Júlio Caldas, Cássio Nobre e Ricardo Hardmann</strong> lançam o CD do show VIOLA DE ARAME. Aqui, a viola caipira (ou “viola de arame”) é a principal atração. O mais antigo dos instrumentos de cordas brasileiros é mostrado com potência sonora e experimentalismo, através de um repertório que passeia por estilos musicais tradicionais, como <strong>sambas de viola, pagodes de viola, baiões, choros</strong>, e fusões inusitadas.</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-3/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_330-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-trio-1/' title='Viola de Arame - Um show dedicado à viola brasileira '><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/viola-de-arame-trio-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame - Um show dedicado à viola brasileira" title="Viola de Arame - Um show dedicado à viola brasileira" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-8/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_385-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-5/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_354-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_26-copia-2/' title='violadearame_26 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_26-Cópia1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_26 - Cópia" title="violadearame_26 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_296-copia/' title='violadearame_296 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_296-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_296 - Cópia" title="violadearame_296 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-2/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_437-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-7/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_369-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_282-copia/' title='violadearame_282 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_282-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_282 - Cópia" title="violadearame_282 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_80-copia-2/' title='violadearame_80 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_80-Cópia1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_80 - Cópia" title="violadearame_80 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-6/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_365-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_282-copia-2/' title='violadearame_282 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_282-Cópia1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_282 - Cópia" title="violadearame_282 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_293-copia/' title='violadearame_293 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_293-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_293 - Cópia" title="violadearame_293 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-4/' title='viola-de-arame-4'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/viola-de-arame-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="viola-de-arame-4" title="viola-de-arame-4" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_316-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_80-copia/' title='violadearame_80 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_80-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_80 - Cópia" title="violadearame_80 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/viola-de-arame-9/' title='Viola de Arame'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_436-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Viola de Arame" title="Viola de Arame" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_314-copia/' title='violadearame_314 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_314-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_314 - Cópia" title="violadearame_314 - Cópia" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/viola-de-arame-um-show-dedicado-a-viola-brasileira/violadearame_26-copia/' title='violadearame_26 - Cópia'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/violadearame_26-Cópia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violadearame_26 - Cópia" title="violadearame_26 - Cópia" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>Os músicos apresentam aqui alguns dos resultados de suas pesquisas em torno da viola, que há mais de 10 anos vêm conduzindo, explorando a sonoridade inconfundível da viola brasileira, sua “aura misteriosa”, e suas múltiplas possibilidades de afinação. Dentre as surpresas do show estão a utilização de projeção imagens e a presença da “<strong>viola machete</strong>”, um tipo raro de viola encontrada no <strong>Recôncavo Baiano</strong>, local de fortes matrizes africanas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/viola-de-arame-4.jpg" rel="lightbox[4572]"><img class="size-full wp-image-4574" title="VIOLA DE ARAME traz a linguagem da viola brasileira tradicional para um novo ambiente musical, onde o tradicional se confunde com o contemporâneo, em composições próprias. " src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/viola-de-arame-4.jpg" alt="VIOLA DE ARAME traz a linguagem da viola brasileira tradicional para um novo ambiente musical, onde o tradicional se confunde com o contemporâneo, em composições próprias. " width="400" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">VIOLA DE ARAME traz a linguagem da viola brasileira tradicional para um novo ambiente musical, onde o tradicional se confunde com o contemporâneo, em composições próprias. </p></div>
<p>Entre 2009 e 2011, o show foi apresentado em diversos eventos culturais e festivais de música brasileira, tais como o <strong>Festival de Música Instrumental da Bahia</strong>, o <strong>Festival de Jazz do Capão</strong>, o <strong>Festival de Jazz&amp;Blues de Guaramiranga</strong> (CE), dentre outros.</p>
<p>O CD VIOLA DE ARAME tem apoio financeiro do <strong>Fundo de Cultura da Bahia.</strong></p>
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		<title>Culinária Baiana</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comida Baiana]]></category>
		<category><![CDATA[afro-baiana]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[recôncavo baiano]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/09/meninicodecarneiro_08.jpg" rel="lightbox[1958]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1962" title="meninicodecarneiro_08" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/09/meninicodecarneiro_08.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></div>
<div>A culinária da Bahia mais conhecida (embora não a mais consumida) é aquela produzida no Recôncavo e em todo o litoral da Bahia — praticamente composta de pratos de origem africana, diferenciados pelo tempero mais forte à base de azeite de dendê, leite de coco, gengibre, pimenta de várias qualidades e muitos outros que não são utilizados nos demais estados do Brasil. Essa culinária, porém, não chega a representar 30% do que seus habitantes consomem diariamente. As iguarias dessa vertente africana da culinária estão reservadas, pela tradição e hábitos locais, às sextas-feiras e às comemorações de datas institucionais, religiosas ou familiares.</div>
<div>No dia a dia, o baiano alimenta-se dos pratos herdados da vertente portuguesa, englobados no que se costuma chamar de &#8220;culinária sertaneja&#8221;. São receitas que não levam o dendê e demais ingredientes típicos de origem africana, como ensopados, guisados e várias iguarias encontradas também nos outros estados, embora com toques evidentemente regionais (a utilização mais ou menos acentuada de determinados temperos numa dada receita, por exemplo).</div>
<div>A predominância, no imaginário do brasileiro e nos meios de comunicação, da culinária &#8220;<strong>afro-baiana</strong>&#8220;, deve-se muito ao fato de <strong>Salvador</strong>, a capital da <strong>Bahia</strong>, situar-se no litoral do <strong>Recôncavo</strong>, o que confere maior poder de divulgação para o saboroso legado africano da culinária regional.</div>
<div id="_mcePaste">Ambas vertentes da culinária baiana, no entanto, ainda são praticadas de forma bastante espontâneas, carecendo de procedimentos mais sistemáticos de pesquisa e desenvolvimento. Há muita resistência a tentativas de estudos e aprimoramentos da comida legada por portugueses e africanos. Existem poucos chefs de cozinha dedicados à culinária da Bahia. Procedimentos mais coerentes com a moderna cozinha, contudo, já começam a aparecer, de forma esparsa, através de cozinheiros e cozinheiras mais informados das modernas técnicas gastronômicas, apontando perspectivas mais dinâmicas para a cozinha baiana. A primeira consequência dessas poucas iniciativas é o aparecimento de novas receitas, mais elaboradas, ainda mantendo fortes ligações com as matrizes portuguesa e africana mas incorporando também bases da culinária de outros países, principalmente aqueles banhados pelo Mediterrâneo.</div>
<div>
<div id="attachment_1963" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acarajedaivone01.jpg" rel="lightbox[1958]"><img class="size-full wp-image-1963" title="acarajedaivone01" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acarajedaivone01.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Ponto de acarajé de Ivone, no bairro da Pituba</p></div>
</div>
<div>Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos &#8220;afros&#8221;. Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé e nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas.</div>
<div id="_mcePaste">Diz Afrânio Peixoto, historiógrafo, em seu livro &#8220;Breviário da Bahia&#8221;, que &#8221; a Bahia é um feliz consórcio do melhor de Portugal &#8211; a sobremesa e a preferência pelos pescados, e da Costa da África &#8211; o óleo de dendê, com outros temperos e condimentos, e pimenta, muita pimenta benzendo tudo. (…) Pouca coisa do índio, que não tinha quase cozinha.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste">Culinária da Bahia</div>
<div id="_mcePaste">Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</div>
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		<title>Bahia Afro Film Festival</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 13:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendente]]></category>
		<category><![CDATA[BAHIA AFRO FILM FESTIVAL]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Lázaro Faria]]></category>
		<category><![CDATA[produção audiovisual na Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[recôncavo baiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Bahia Afro Film Festival , a cidade de Cachoeira em plena festa


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_1855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/1.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1855" title="Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/1.jpg" alt="" width="389" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O <strong>Bahia Afro Film Festival</strong> tem como objetivo principal divulgar, integrar e promover discussões em torno da produção de cinema e de vídeos, nacionais e internacionais, que possuam como temática central o cidadão <strong>afrodescendente</strong>, com ênfase na diáspora africana, no sincretismo cultural, no humanismo e na preservação de raízes e valores. <strong>Lázaro Faria</strong> Cineasta é o diretor e curador do Festival.</div>
<div>
<div id="attachment_1856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1856" title="magem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O Festival pensa o cinema afrodescendente, que atua à frente ou atrás das câmeras, através da produção industrialou da produção independente de trabalhos audiovisuais.</div>
<div>
<div id="attachment_1857" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/5.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1857" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/5.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">Além de divulgar e agregar a experiência e a produção acadêmica e intelectual comprometidas com o tema, o <strong>BAHIA AFRO FILM FESTIVAL</strong> mantém um acervo audiovisual para mostras e exibições especiais durante todo o ano.</div>
<div>
<div id="attachment_1859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1859" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10.jpg" alt="" width="550" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">A escolha de <strong>Cachoeira</strong>, no <strong>Recôncavo Baiano</strong>, para palco de tão expressivo evento, deve-se ao fato de tratar-se de uma região histórica e que apresenta uma alta concentração de população negra ou de ascendência negra no Brasil, sendo hoje um dos principais destinos do turismo étnico. O BAHIA AFRO FILM FESTIVAL atrai a atenção para a importância do cinema de temática afro, contribuindo positivamente para o processo de profissionalização e de crescimento da <strong>produção audiovisual na Bahia</strong>.</div>
<div>
<div id="attachment_1860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/6.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1860" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/6.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">Focado também em questões fundamentais de formação e integração, o Festival desenvolve, paralelamente, oficinas profissionalizantes e ações de responsabilidade social. Destaque-se a “<strong>Mostra Itinerante</strong>” viabilizada através de Cineclubes, parcerias e convênios com os diversos setores da educação e da cultura em nosso país, que percorrerá escolas e entidades organizadas de cidades do Recôncavo e de outras regiões baianas, bem como cidades do interior e de várias capitais brasileiras.</div>
<div>
<div id="attachment_1861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/M.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1861" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/M.jpg" alt="" width="461" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O estabelecimento do BAHIA AFRO FILM FESTIVAL em Cachoeira deve-se, entre outros fatores, à constatação de condições favoráveis ao estabelecimento de um “<strong>Pólo Regional de Cinema</strong>”na região do Recôncavo Baiano, que inclusive já conta com o “<strong>Curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo</strong>”. Sem perder de vista que a história de Cachoeira, passada e presente, remete-nos às nossas raízes e ancestralidades.</div>
<div>
<div id="attachment_1862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/G.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="size-full wp-image-1862" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/G.jpg" alt="" width="461" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>Da localização geográfica ao valor histórico, do patrimônio monumental à beleza paisagística, da sensibilidade à receptividade próprias do seu povo, Cachoeira, ao abrigaro BAHIA AFRO FILM FESTIVAL, transformar-se-á num autêntico palco cultural de reflexão, discussão e debate, despertando a atenção e possibilitando que se vivencie um Festival afrocultural democrático, eclético, atraente e único em nosso país.</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/J.jpg" rel="lightbox[1854]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1866" title="J" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/J.jpg" alt="" width="462" height="238" /></a></div>
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		<title>Margareth Menezes</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 19:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afropopbrasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Elba Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Muzenza]]></category>
		<category><![CDATA[Nego Fugido]]></category>
		<category><![CDATA[recôncavo baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Amaro]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Fernandes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ensaio do Movimento AfroPopBrasileiro


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deve haver um conjunto de palavras simples, curtas que possam traduzir exatamente o movimento <strong>Afropopbrasileiro</strong>, presidido por <strong>Margareth Menezes</strong>, uma fortaleza de mulher, de timbre forte e definido, cantora nata, que como uma fêmea que exala seu perfume em busca da sua presa para saciar a sua fome, atingia a todos os presentes nesta última quinta-feira, no <strong>Cais Dourado</strong> sem piedade. Talvez a música de abertutura do show, &#8220;Quereres&#8221; de Caetano Veloso, traduzisse tudo o que estava por vir. Ora meiguiçe, ora firmeza, Maga cantou os sucessos da sua carreira musical, como Dandalunda,Toté de Maianga, mandando o recado da Nação Zumbi e Marcelo D2. com &#8220;Qual é&#8221; e &#8220;Da Lama Ao Caos&#8221; dentre outros. Além das participações do <strong>Muzenza, Elba Ramalho, Moraes Moreira e Saulo Fernandes</strong>, que de joelhos reverenciou a dona da noite durante a sua participação.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-472.jpg" rel="lightbox[1229]"></a></p>
<div id="attachment_1231" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-472.jpg" rel="lightbox[1229]"><img class="size-full wp-image-1231" title="maga 472" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-472.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;É som, é nós com historia, com começo, com meio e com o futuro.&quot;</p></div>
<p>Margareth Menezes usou uma roupa inspirada  na tradição do <strong>Nego Fugido</strong>, mantida pela oralidade, se refere ao negro fujão que perseguido nas matas, vestia-se de folhas de bananeira para se camuflar. É uma <strong>manifestação popular</strong> única, que se mantém desde o século XIX, originária de <strong>escravos africanos</strong> de origem<strong> Nagô</strong>. Trata-se de uma recriação das lutas da resistência negra contra o regime escravocrata, encenada até hoje pelos moradores de <strong>Acupe</strong>, distrito de <strong>Santo Amaro</strong> no <strong>Recôncavo Baiano</strong>. Ainda hoje os pesacadores se vestem com saias de folhas de bananeira, rostos pintados com pasta de carvão e com algum tipo de corante vermelho na boca saem às ruas, nas tardes de domingos do mês de julho, brincando e mostrando suas impressões sobre a história de liberdade dos escravos.</p>
<p>Casa cheia, galera animada, Dj rolando som, cerveja gelada, infra estrutura impecável,  ambiente  super produzido, enfim , tudo de muito bom para todos.   Veja fotos do ensaio do Afropopbrasileiro, nesta última quinta-feira.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-032.jpg" rel="lightbox[1229]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1232" title="maga 032" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-032.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-004.jpg" rel="lightbox[1229]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1233" title="maga 004" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-004.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-029.jpg" rel="lightbox[1229]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1234" title="maga 029" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-029.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-029.jpg" rel="lightbox[1229]"></a><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-0371.jpg" rel="lightbox[1229]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1237" title="maga 037" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-0371.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>

<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-847/' title='maga 847'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-847-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 847" title="maga 847" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-472/' title='maga 472'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-472-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;É som, é nós com historia, com começo, com meio e com o futuro.&quot;" title="maga 472" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-032/' title='maga 032'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-032-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 032" title="maga 032" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-004/' title='maga 004'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 004" title="maga 004" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-029/' title='maga 029'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-029-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 029" title="maga 029" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-036/' title='maga 036'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-036-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 036" title="maga 036" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-037/' title='maga 037'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-037-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 037" title="maga 037" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-037-2/' title='maga 037'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-0371-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 037" title="maga 037" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-1184/' title='maga 1184'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-1184-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 1184" title="maga 1184" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-044/' title='maga 044'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-044-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 044" title="maga 044" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-045/' title='maga 045'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-045-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 045" title="maga 045" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-046/' title='maga 046'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-046-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 046" title="maga 046" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-049/' title='maga 049'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-049-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 049" title="maga 049" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-052/' title='maga 052'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-052-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 052" title="maga 052" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-053/' title='maga 053'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-053-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 053" title="maga 053" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-062/' title='maga 062'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-062-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 062" title="maga 062" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-065/' title='maga 065'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-065-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 065" title="maga 065" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-067/' title='maga 067'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-067-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 067" title="maga 067" /></a>
<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-080/' title='maga 080'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-080-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 080" title="maga 080" /></a>
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<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-674/' title='maga 674'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-674-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 674" title="maga 674" /></a>
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<a href='http://www.culturabaiana.com.br/margareth-menezes-a-maga/maga-950/' title='maga 950'><img width="150" height="150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/maga-950-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="maga 950" title="maga 950" /></a>
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		<title>Afropopbrasileiro, um Movimento Cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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<p><strong>Margareth Menezes</strong>, a <strong>Maga</strong>, sempre comprometida com a cultura, com a musicalidade da terra baiana. Mais uma vez comanda o Movimento <strong>Afropopbrasileiro</strong> um movimento cultural que reúne música, exposição, poesia e teatro de  pura cultura baiana. É o que tem acontecido as quintas-feiras no Cais Dourado, e nesta semana,  28 de janeiro  e 04 de fevereiro sob as bençãos de <strong>Iemanjá</strong>. O <strong>AfroPop- Brasileiro</strong> estará nas ruas durante a <strong>festa momesca</strong> no domingo, segunda  e na terça-feira de carnaval.</p>
<p>Haverá participações do Muzenza e  do mini-trio itinerante do músico Ivan Huol. Nesta quinta-feira (28), Margareth se apresentará juntamente com <strong>Elba Ramalho, Moraes Moreira</strong> e <strong>Saulo Fernandes </strong>. Para estimular o movimento cultural do evento 750 convites serão distribuídos gratuitamente para jovens de ONGs de Salvador.</p>
<p>Com uma &#8220;magaprodução&#8221; visual , usando uma saia confeccionada com folhas de bananeiras, que na verdade é uma tradição cultural <strong>Nego Fugido, de Santo amaro, Recôncavo Baiano</strong>.</p>
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		<title>Raimundo Sodré, chula no sangue</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 23:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong> <strong>Raimundo Sodré,</strong> um artista que trás a <strong>chula</strong> no sangue.Nascido no interior da <strong>Bahia</strong>, em 23 de julho de 1947, é filho de Anacleto Pereira Sodré, maquinista da Leste Brasileira, e de Laura Rosa Brandão, artesã de <strong>renda de bilro</strong> e <strong>crochê</strong>. Seu pai, da cidade de <strong>Santo Amaro da Purificação</strong>, sua mãe, de Mundo Novo. Quando ficou grávida, atendendo ao convite de sua irmã mais velha, Isaura, sua mãe foi tê-lo em Ipirá, onde ela residia no distrito de Camisão, légua e meia do município. Tia Isaura foi uma pessoa muito especial na formação do menino. <strong>Mãe de santo</strong>, ela comandava um terreiro de Candomblé da nação Angola. Com quatro anos de idade, foi com a mãe e a avó, morar na capital.</p>
<p>Mas, voltava todo ano para passar as férias escolares na casa da tia. O ambiente era muito alegre, quando se festejava os <strong>Santos Reis</strong>, promovia-se uma comemoração que chegava a durar por vários dias. Era uma festa muito pitoresca, já que se apresentavam ao mesmo tempo grupos de <strong>samba chula</strong> e de <strong>forró</strong>. A casa era enorme, numa das salas o forró tomava conta, por conta das sanfonas de <strong>Roque Bananeira e de Isac Reis</strong> &#8211; este acompanharia Sodré no tempo dos festivais -, enquanto ao lado, no barracão do Candomblé, reinava a chula, comandada pelas violas de <strong>Raimundo do Pião</strong>, <strong>Teóphilo Preto</strong>, e pelo pandeiro de <strong>Dioclésio</strong>. Sodré aprende a toar os três tipos de atabaques: o lê, pi e rum, do mais agudo ao mais grave, respectivamente, dentro da cadência para a evocação dos orixás.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-673" title="www.raimundosodre.com.br/" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/CB-RAIMUNDO-SODRE.jpg" alt="www.raimundosodre.com.br/" width="480" height="320" /></p>
<p>Numa dessas férias em Ipirá, o menino Raimundo começou a tocar atabaque, iniciado pelo <strong>Ogã</strong> Augusto Carixá, do famoso terreiro do <strong>Bate Folhas, da Mata Escura, em Salvador</strong>. Quando estava com a idade de 14 para 15 anos, uma propaganda de rádio, apresentada pelo irreverente cantor Juca Chaves, onde ele tocava um violão com um suingue irresistível, chamou a atenção do menino Sodré para o instrumento. Tempos depois, com um violão emprestado por um vizinho, seu Abel, começa a treinar os primeiros acordes, ensinados por sua mãe, Laura.</p>
<p>As primeiras músicas que tocou foram as chulas que ouvia em Ipirá, depois o <strong>samba-canção</strong> &#8220;Tudo de Mim&#8221;, sucesso cantado por Altemar Dutra, cuja voz Sodré muito admirava. Sempre tocando e cantando, ele cumpriu os estudos básicos, até entrar no tradicional Colégio Central da Bahia, um dos centros da intelectualidade estudantil baiana nos complicados anos sessenta. Querendo realizar a vontade de seu pai, que sonhava que o filho fosse médico, prestou exame vestibular e entrou para a faculdade de medicina</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-674" title="www.raimundosodre.com.br/" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/CB-RAIMUNDO-SODRE1.jpg" alt="www.raimundosodre.com.br/" width="480" height="320" /></p>
<p><strong>Raimundo Sodré</strong> é um  dos mais injustiçados  artistas do <strong>Nordeste</strong>. Teve sua carreira de certa forma abortada. Depois de conseguir um estouro nacional nos anos 80,  com a música <strong>A Massa</strong> e LP homônimo, não emplacou  mais nenhuma. Assim, diluiu sua projeção dentro da Música Popular Brasileira (MPB). Apesar de ter lançado mais dois trabalhos de consistência nos dois anos seguintes, o impacto nunca foi o mesmo. Com sua música recheada de nordestinidade, principalmente a derivada da música do Recôncavo, como chulas e sambas de roda, Raimundo Sodré fez uma música de cunho popular, porém, recheado de uma lírica de primeira qualidade.</p>
<p>O  poeta  do Recôncavo nasceu em 20 de julho de 1948, na cidade de Ipirá, zona limítrofe entre o <strong>Sertão</strong> e o <strong>Recôncavo baiano</strong>. Criado entre esta cidade e Santo Amaro da Purificação (Recôncavo), o autor e compositor Raimundo Sodré desde cedo já bebia na fonte do imenso caldeirão cultural da região onde cresceu. Antes de despontar para o Brasil com o hit A Massa, terceiro lugar no Festival MPB, seu caminho não foi fácil. Largou a Faculdade de Medicina em 1972 e foi morar em São Paulo, vivendo de aulas de violão e shows em barzinhos. Pelejou como vendedor de gravador, trabalhou em financeira. A carreira só começou a engrenar quando passou a fazer algumas apresentações em casas noturnas de São Paulo, como na extinta Partido Alto.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-675" title="www.raimundosodre.com.br/" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/samb.jpg" alt="www.raimundosodre.com.br/" width="348" height="511" /></p>
<p>Influenciado por nomes da cultura popular nordestina, como Gordurinha, Riachão e Balbino do Rojão. Nomes da música pop internacional, com Beatles, Elvis Presley e Little Richard são outro eixo de influência na sua formação musical. Seu trabalho de composição como músico é embasado pelo seus recurso na utilização do violão e da viola de 10 cordas, onde demonstra sutileza e originalidade na &#8220;mão esquerda&#8221;, enquanto descarrega toda seu &#8220;feeling&#8221; rítmico na mão direita.</p>
<p>Fazem o circuito universitário e, em 76, com o espetáculo de música e teatro, &#8220;Reconcertão&#8221;, com Jorge Portugal, o teatrólogo Arthur Dantas e o músico Roberto Mendes, além do próprio grupo Sangue e Raça. No ano seguinte, realizam um espetáculo com o grupo &#8220;Intercena&#8221; que reunia música e dança com Conga e Carmen Paternostro. Eles percorrem o Brasil todo e, em seguida,  Raimundo Sodré resolve seguir com o grupo Sangue e Raça em turnê por diversas capitais do país.Na volta a Salvador, em 78, participa no <strong>Teatro Vila Velha</strong> da peça musical &#8220;Oxente gente Cordel&#8221; com direção do falecido João Augusto, diretor do Teatro Livre da Bahia. No elenco, atores e músicos, como Benvindo Serqueira, Bráulio Tavares, Zelito Miranda e outros. A peça ganha o prêmio Mambembão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-676" title="www.raimundosodre.com.br/" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mundodacapa.jpg" alt="www.raimundosodre.com.br/" width="500" height="384" /></p>
<p>A Massa: um Samba-de-Roda</p>
<p>Ele entra em estúdio, em fins de 79, e grava o antológico álbum &#8220;A Massa&#8221; que reúne a composições com letras dos poetas do Recôncavo &#8211; Roberto Mendes e Jorge Portugal &#8211; e traz um universo de ritmos, como a chula, samba de roda , xote, baião típicos do Recôncavo e do Sertão baiano.Antes do lançamento do LP, Raimundo Sodré participa do Festival da Nova MPB da Rede Globo no início do ano de 80 e fica em terceiro lugar com a música A massa, composição dele e Jorge Portugal, um misto de chula e baião com solo rasgado de viola que aglutina alguns sambas já existentes. O sucesso da canção empurra as vendages do LP que ganha um Disco de Ouro pela vendagem de mais de 100 mil cópias.</p>
<p>Destaque para outro samba-de-roda,  Falavreado no coió de Shirlena &#8230;(&#8230;e haja adrelanina!) que foi o lado b do compacto de A Massa. Outro ponto alto do LP é o baião violado Baião Pisado com criativo trabalho de viola. Os músicos utilizados no &#8220;A Massa&#8221; é são experimentados dentro do circuito de MPB e Jazz: Luizão (baixo elétrico); Luiz Alves (baixo acústico); Mamão (bateria); Oswaldinho (acordeon); Elena dos Santos  (flauta); (Djalma Correia); viola de 10 cordas (Roberto Mendes).</p>
<p>Depois de uma vitoriosa turnê pelo Brasil, Sodré faz sua primeira incursão no mercado internacional ao se apresenta ao lado de Djalma Correa  e Dudu do Gantois (Alabê) em um festival de percussão, em Nova Iorque (Estados Unidos), organizado e patrocinado pelo Theater of Latin America. Tocou nas ruas do Brooklin, bairro negro de Nova Iorque. Durante a execução de A Massa o público subiu ao palco para celebrar com Sodré e sua banda, demonstrando uma intensa afinindade rítmica com a música do artista.</p>
<p>Em 81,  Raimundo Sodré aprofunda a fórmula da sua obra artística e lança pela Polygram o álbum &#8220;Coisa de Nego&#8221; que supreendentemente mas não acontece mercadologicamente. Mais requintado do que o primeiro trabalho, Sodré traz referências cosmopolitas nos seus textos, mas sempre agregado à cultura nordestina de raiz.</p>
<p>Alarga sua base rítimica incluindo de forma mais incisiva ritmos do sertão (xaxado, baiãos, galope), do Recôncavo (chula, samba-duro e samba-de-roda) e do litoral nordestino (frevo). Optando por um formato semi-acústico, Sodré faz um trabalho de pesquisa em cima da viola, tendo, também, nesse LP tocando violão de 10 cordas e zabumba.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-683" title="Born to Samba, new show by Toby Gough" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/MG_6747.jpg" alt="Born to Samba, new show by Toby Gough" width="320" height="480" /></p>
<p>O LP &#8220;Coisa de Nego&#8221; estrutura-se musicalmente numa colagem rítimica afro-nordestina, acentuando-se, principalmente, em chulas, afoxé, emboladas, xotes, frevos carnavalizados, fado, rumba, mambo e as citações nostálgicas de uma  saudade ibérica  numa fusão de atabaques e zabumbas numa mazurca. Raimundo Sodré coloca suas influências regionais e do afrocaribenhas para fora. Fazia questão de exaltar sua musicalidade apreendida nas festas de Santa Amaro da Purificação e nos desafios violeiros de Ipirá (quase Sertão).</p>
<p>O álbum traz letras refinadas melodias  de Sodré em parceria com Jorge Portugal e Roberto Mendes. No frevo Odara, Odesce, a letra oferece  uma visão antropofágica do descobrimento do Brasil , numa perspectiva diferente da História oficial. O samba-de-roda Ei moço tem alguma projeção nas rádios, mas de forma muito tímida.  Na balada Deixe estar,  mas  não deixe de sorrir, Sodré mostra seu lado urbano e faz citação até de Let it be dos The Beatles numa homenagem póstuma a John Lennon.</p>
<p>Poeticamente, Sodré divide com seus parceiros sua sensibilidade poética desde citações críticas ao jeito latino-americano de ser em Temperamento Latino, ao surrealismo do cotidiano em Realismo Fantástico, passando pela convocação cultural  em Coisa de Nego . Na chula acelerada, Regaça a manga, Sodré faz um apelo/esperança pela melhoria das condições de vida da população.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-680" title="NewMoning-juin90" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/NewMoning-juin90.jpg" alt="NewMoning-juin90" width="326" height="480" /></p>
<p>Somente em 87, Raimundo Sodré realiza o show &#8220;Soando raízes&#8221; com o percussionista e dançarino senegalés Mamour Bá. No ano seguinte, participa em São Paulo (SP) do show em solidariedade ao líder negro sul-africano Nelson Mandela e no show no Rio de Janeiro (RJ) reunindo diversos artistas da MPB chamado &#8220;Se liga Rio&#8221;. Em 89, faz outro show com o senegalês intitulado &#8220;Soando Raízes&#8221; onde apresentou novas músicas, como Filho da mãe, Jardim do amor, Disparando o gatilho e Tupã, Tupy tá puto. É convidado para participar do carnaval da cidade de Nice (França), em 90. Decide se radicar no país por encontrar melhores condições de levar adiante seu trabalho. No mesmo ano, faz a primeira turnê pela Europa que começa por Paris no &#8220;Le Carnaval Brésilien&#8221; no Cirque d&#8217;Hiver onde retorna no ano seguinte.</p>
<p>Fazendo contato com músicos locais e oriundos da África negra e árabe, enriquece ainda mais sua bagagem musical. Sodré faz shows no circuito de bares e clubes noturnos de cidades francesas, alemãs, inglesas, italianas e suíças. Depois de cinco anos de muito trabalho, consegue gravar pela selo alemão, Tropical Rock, o seu quarto álbum intitulado &#8220;Real&#8221; que foi distribuído no Brasil pela RGE. Em 98 e 99 veio a Salvador realizar uns shows e colher bases rítimicas para um CD a ser lançado na Europa e no Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-679" title="www.raimundosodre.com.br/" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/08/b2s-1.jpg" alt="www.raimundosodre.com.br/" width="480" height="321" /></p>
<p>O álbum &#8220;Real&#8221; lançado pelo selo alemão Tropical Rock é um trabalho musical que demonstra o &#8220;olhar&#8221; de um artista ainda sustentando-se sobre sua base de raiz nordestina. O trabalho traz uma base de instrumentos elétricos que não estava mais presaentes em seus trabalhos anteriores.<br />
Os violões e violas convivem harmoniosamente com as guitarras e teclados, além dos metais.</p>
<p>A vivência européia de Sodré ampliou seu leque estético, mas não soterrou o menino de Ipirá criado no Rencôncavo baiano. Sua experiência criou novas parcerias como a do nigeriano M&#8217;Ban Zamba e revelar temas como em Carte de Se Jour  e La Seine que fala sobre a necessidade de adquirir o visto de permanência  e aprender um novo idioma para sobreviver num país estranho.</p>
<p>Discografia de Raimundo Sodré</p>
<p>1. A Massa<br />
2. Oração Para Ya Oxum<br />
3. Jardim do Amor<br />
4. Temperamento Latino<br />
5. Aboio<br />
6. Profissão Sonhar<br />
7. Não Deixe de Sorrir<br />
8. Pelo Sim, Pelo Não<br />
9. Maio 68<br />
10. Filho da Mãe<br />
11. Coisa de Nego<br />
12. Menino Triste<br />
13. Beijo Moreno<br />
14. Avenida Emoção<br />
15. Debaixo do Céu<br />
16. Baião Pisado<br />
17. Moleque de Recado<br />
18. Reboliço<br />
19. Canto do Aprendiz<br />
20. Recado Pro Pessoal Lá de Casa<br />
21. Íris Cor<br />
22. Desejo de Amar<br />
23. Propriedade Privada<br />
24. Cocorocô<br />
25. Coió de Anália<br />
26. Vá Pra Casa Esse Menino, Viu?<br />
27. Realismo Fantástico<br />
28. Regaça a Manga<br />
29. Da Cor<br />
30. Chamego<br />
31. Yá Africa<br />
32. Sacando a Cana<br />
33. Beberando<br />
34. Brasa Ardente<br />
35. Falavreando no Coió de Shirlena (E Haja Adrenalina!)<br />
36. Magnetismo<br />
37. Carte de Séjour<br />
38. Resistência<br />
39. Tupã Tupy Tá Puto<br />
40. Sina de Cantador<br />
41. Desaforo, Desafio<br />
42. Mêrêrê<br />
43. Odara, Odesce<br />
44. Saudosismo<br />
45. La Siene<br />
46. M&#8217;Banzamba<br />
47. Maravilha Marginal<br />
48. Disparando o Gatilho<br />
49. Povo a Vista<br />
50. Casa de Trois<br />
51. Meu Rio, Cadê o Papel?<br />
52. Vamos Salvar o Bonde<br />
53. Love</p>
<p>Oração Para Ya Oxum<br />
Raimundo Sodré<br />
Composição: Raimundo Sodré / J.Velloso</p>
<p>Oxum a minha mágoa<br />
Quando se derrete em água<br />
No meu corpo a sua água<br />
Me lava de todo rancor<br />
Esta dor que me entala<br />
Quando assim perco a fala<br />
Eu só penso no amor<br />
Oxum- ora yê yê Yê ô<br />
Oxum ora yê yê yê ô<br />
Oxum a sua casa a correr<br />
Lava a minha alma<br />
Apara a minha dor<br />
Sua casa sobre a areia<br />
Me ensina a vencer<br />
Por onde for.</p>
<p>Carte de Séjour<br />
Raimundo Sodré<br />
Composição: Raimundo Sodré</p>
<p>Madame Zamir<br />
Eu vim tirar minha<br />
Carte de Séjour<br />
Quero aprender dizer bonjou<br />
É que là-bas<br />
A coisa la ta feia<br />
Tem gente andando até de meia<br />
Pois eu nunca gozei<br />
Quero gozar também de TGV<br />
Sans même pás voyager<br />
Menino deixe de pressa<br />
Pois tem gente no mundo a bessa<br />
Que está pra morrer<br />
Só vim trazer alegria<br />
Pois eu vim lá da Bahia<br />
E é o que temos de bom<br />
Quero também dizer ah bon !<br />
Ah bon por tanta alegria<br />
Ah bom por tanta guerra fria<br />
Ah bon por tanto abon<br />
Quero ganhar também muito dinheiro<br />
Morar em Trocadero<br />
E passear lá no Leblon ah bon!?<br />
Madame Zamir eu vim tirar<br />
Minha carta de séjour &#8220;Je vous em pris monsieur&#8221;<br />
Je suis desolé &#8211; Ah bon!?</p>
<p>FONTES:</p>
<p>http://www.facom.ufba.br/pexsites/musicanordestina/raisodre.htm</p>
<p>http://letras.terra.com.br/raimundo-sodre/</p>
<p>http://www.raimundosodre.com.br/fotos.htm#sodre</p>
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