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	<title>Cultura Baiana &#187; Ilê Axé Opô Afonjá</title>
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		<title>OGÓRUN -ODUN – COMUNIDADE CELEBRA CENTENÁRIO DO TERREIRO OPÔ AFONJÁ</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 17:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OGÓRUN-ODUN – COMUNIDADE CELEBRA CENTENÁRIO DO TERREIRO E 74 ANOS DA SOCIEDADE DO OPÔ AFONJÁ...


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><strong>OGÓRUN-ODUN</strong> – COMUNIDADE CELEBRA CENTENÁRIO DO TERREIRO E 74 ANOS DA SOCIEDADE DO <strong>OPÔ AFONJÁ</strong> &#8211; Em 2010, o <strong>Ilê Axé Opô Afonjá </strong>completa 100 anos de existência no bairro de São Gonçalo (Cabula). Quatro mulheres já comandaram esse espaço sagrado:<strong> Eugênia Ana dos Santos (Mãe Aninha), Maria da Purificação Lopes (Mãe Bada), Maria Bibiana do Espírito Santo (Mãe Senhora) e Ondina Valéria Pimentel (Mãezinha)</strong>.</div>
<div></div>
<div>Atualmente, a líder é <strong>Maria Stella de Azevedo Santos (Mãe Stella)</strong>, desde 1976. <strong>Patrimônio Histórico Nacional</strong>, o Opô Afonjá recebeu homenagens das três esferas de governo, com sessões especiais na Câmara Municipal de Salvador, na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara dos Deputados (Brasília). O terreiro, no dia 8, celebra ainda 74 anos de fundação da Sociedade Cruz Santa do Axé Opô Afonjá e convida o público a visitar a biblioteca especializada, o Museu, a Galeria e a Escola Eugênia Anna dos Santos.</div>
<div id="_mcePaste">Ilê Axé Opô Afonjá</div>
<div id="_mcePaste">71 3384-3321</div>
<div id="_mcePaste">Grátis</div>
<div id="_mcePaste">Sociedade Cruz Santa do Axé Opô Afonjá</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/11/seteportas-127.jpg" rel="lightbox[2432]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2433" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/11/seteportas-127.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></div>
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		<title>Ilê Axé Opô Afonjá</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Força Sustentada por Afonjá]]></category>
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		<description><![CDATA[A história do Terreiro do Axé Opô Afonjá ou Terreiro de Candomblé do Axé Opô...


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1106" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Ile_opo_afonja.jpg" rel="lightbox[1030]"><img class="size-full wp-image-1106" title="Ile_opo_afonja" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Ile_opo_afonja.jpg" alt="" width="406" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Ilê Axé Opô Afonjá</p></div>
<p>A história do Terreiro do Axé Opô Afonjá ou  Terreiro de Candomblé do Axé Opô Afonjá ou ainda <strong> Ilê Axé Opô Afonjá</strong>,  assim como a do <strong>Terreiro do Gantois</strong>, está intimamente vinculada ao Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho. Este é o terreiro mais antigo de que se tem notícia e o que, segundo vários autores, serviu de modelo para todos os outros, de todas as nações.</p>
<p>Um grupo dissidente do <strong>Terreiro da Casa Branca</strong>, comandado por <strong>Eugênia Anna dos Santos</strong>, fundou, em 1910, numa roça adquirida no bairro de <strong>São Gonçalo do Retiro</strong>, o <strong>Terreiro Kêtu do Axé Opô Afonjá</strong>.  O terreiro ocupa uma área de cerca de 39.000 m2. As edificações de uso religioso e habitacional do terreiro, ocupam cerca de 1/3 do total do terreno, em sua parte mais alta e plana, sendo o restante ocupado pela área de vegetação densa que constitui, nos dias de hoje, o único espaço verde das redondezas.</p>
<p>Filhas-de-santo do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá Por força da topografia do terreno, as edificações do Axé Opô Afonjá se distribuem mais ou menos linearmente, aproveitando as áreas mais planas da cumeada, tornando, no acesso principal, um &#8220;terreiro&#8221; aberto em torno do qual se destacam os edifícios do barracão, do templo principal &#8211; contendo os santuários de Oxalá e de Iemanjá -, da Casa de Xangô e da Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos.  A organização espacial do Axé Opô Afonjá mantém as caracteríticas básicas do modelo espacial típico do terreiro jejê-nagô.</p>
<p>Esses mesmos elementos, são também encontrados nos terreiros da Casa Branca e do Gantois, apenas com uma diferença: no Axé Opô Afonjá o barracão é uma construção independente, ao passo que nos dois outros terreiros ele está incorporado ao templo principal.</p>
<p>Sacerdotisas  do Ilê Axé Opó Afonjá</p>
<p>* Mãe Aninha &#8211; 1909-1938</p>
<p>* Mãe Bada de Oxalá &#8211; 1939-1941</p>
<p>* Mãe Senhora &#8211; 1942-1967</p>
<p>* Mãe Ondina de Oxalá &#8211; 1969-1975</p>
<p>* Mãe Stella de Oxóssi &#8211; 1976</p>
<p>Em 1976, sobe ao trono do Ilê Axé Opô afonjá, a então <strong>Colabá</strong> (um cargo feminino importante que zela por apetrecho consagrado a <strong>Xangô</strong>) da casa, <strong>Stella Azevedo dos Santos</strong>, filha de Oxóssi, que fora iniciada por mãe Senhora de Oxum, tendo como nome religioso <strong>Odé Kaiodê</strong>, que quer dizer em português &#8220;<strong>O caçador trouxe alegria</strong>&#8220;.</p>
<p>A partir daí e até a presente data, o afonjá mantém-se dentro dos princípios construídos por <strong>Iyá Obá Biyi</strong>, mesmo sofrendo relevantes mudanças estruturais (fundamentalmente em seu aspecto geofísico), e até algumas reformulações em torno dos seus rituais, o que é natural no &#8220;caminhar&#8221; do tempo histórico.</p>
<p>Talvez mãe Stella tenha sido a mais política das iyalorixás deste terreiro, e é a mais intelectualizada do que todas anteriores; escreveu livros, atuou publicamente contra o chamado sincretismo religioso que une a imagem de santos católicos à de orixás, construiu escola, biblioteca, idealizou o museu Ilê Ohun Lailai (Casa das coisas antigas), pregou a necessidade do registro escrito contra os lapsos de memória, contribui para pesquisas respeitosas em torno da temática do candomblé que ela dirige. Há trinta e um anos comanda o afonjá, que hoje é uma imensa &#8220;casa de santo&#8221;, que ela considera como &#8220;uma pequena África&#8221; idealizada por sua inspiradora avó Aninha de Xangô.</p>
<p>A marca Ilê Axé Opô Afonjá</p>
<p>Caetano Veloso em sua canção Tapete Mágico, gravada por Gal Costa, em seu disco fantasia, faz uma referência à &#8220;roça do Opô Afonjá&#8221; como símbolo do fantástico e da beleza. E é este o primeiro adjetivo que se pode extrair da espacialidade daquela casa: beleza. As casas da comunidade somando-se às casas dos orixás; a área verde e sagrada; o imponente Palácio de Xangô, chamado por mãe Stella de sede do terreiro; a grandeza indefinível do barracão; e a dança dos orixás em suas festas iluminadas.</p>
<p>Outro adjetivo seria força que se coaduna à idéia que a palavra Axé exprime, e é como o Afonjá é comumente chamado por seus filhos. Paz ¿ também aparece por conta da outra dimensão que se sente lá. E para sintetizar a vocação da sua territorialidade, surge o termo sagrado. O sagrado templo de Xangô, senhor do fogo, da justiça, da vida, que reúne aos seus pés os filhos da Iyá Aninha. O sagrado e mágico chão de &#8220;Yá&#8221;, mãe maior dos ancestrais grunce; a Yemoja iorubana, inseparável mãe mulher irmã do Obá Kossó (Xangô), o grande rei desta espiritualidade.</p>
<p>A grande marca espacial daquela casa é o encontro de duas energias, fogo e água, balizando as demais que surgem da impreterível presença dos outros orixás e encantados. Um patrimônio histórico que ilustra luta, persistência, sabedoria, conflito, negociação, prestígio e apogeu. E que deve sempre se espelhar na memória dos seus mais velhos, e como exemplo, prosseguir a favor dos ventos que alimentam de fé os adeptos desta religião.</p>
<p>A Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, faz parte do Ilê Axé Opó Afonjá, bem como o  <strong>Museu Ilé Ohun Lailai </strong>(<strong>Casa das Coisas Antigas</strong>) inaugurado em 1999, está localizado no andar inferior da Casa de Xangô, onde reune a história do Axé, das Iyalorixás com objetos de culto e roupas em exposição.</p>
<p>Fonte: Wikipédia,a enciclopédia livre e <em><strong>Marlon Marcos</strong>,   jornalista, professor e mestrando em Estudos Étnicos e Africanos pelo Centro de Estudos Afro-Orientais (Ufba)</em></p>
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		<title>Ialorixá Mãe Stella de Oxóssi: Doutor Honoris Causa da Uneb</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Doutora Honoris Causa]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ialorixá Mãe Stella de Oxossi, do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, em Salvador, recebe...


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Ialorixá</strong> <strong>Mãe Stella de Oxossi</strong>, do terreiro <strong>Ilê Axé Opô Afonjá</strong>, em Salvador, recebe nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2009  o título de <strong>Doutora Honoris Causa</strong> da <strong>Universidade Estadual de Bahia (Uneb)</strong>.</p>
<p>Maria Stella de Azevedo Santos, conhecida como Mãe Stella de Oxóssi, <strong>Iya Odé Kayode</strong>, (Salvador, 2 de maio de 1925) é a quarta filha de Esmeraldo Antigno dos Santos e Thomázia de Azevedo Santos. Órfã em tenra idade, foi adotada pela irmã de sua mãe D. Archanja de Azevedo Fernandes, esposa do tabelião e proprietário de cartório José Carlos Fernandes.</p>
<p>É a Iyalorixá do Candomblé,  religiões afro-brasileira.  Mãe Stella foi iniciada por Mãe Senhora em 1939 e tomou posse como Iyalorixá do Ilê Axé Opó Afonjá por morte de Mãe Ondina de Oxalá. É a quinta sacerdotisa do Candomblé de São Gonçalo do Retiro, dirigindo o Opó Afonjá desde o dia 11 de junho de 1976.<br />
Mãe Stella estudou no tradicional colégio baiano Nossa Senhora Auxiliadora, dirigido pela professora soteropolitana D. Anfrísia Santiago. É enfermeira aposentada (funcionária pública estadual) formada pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, com especialização em Saúde Pública. Exerceu a profissão por mais de trinta anos.<br />
Notabilizou-se por ser a primeira iyalorixá de um terreiro tradicional a combater o sincretismo religioso com a Igreja Católica.<br />
Em 1980 fundou o Museu Ohun Lailai: o primeiro de um terreiro de candomblé, auxiliada pela psicóloga Vera Felicidade de Almeida Campos, a Oni Kowê do Opô Afonjá. É a presidente emérita do Instituto Alaiandê Xirê, de quem fora a presidente fundadora.<br />
Sacerdotisa de vanguarda é respeitada por suas idéias no longo do território nacional e muitos outros países. Tem proferido palestras e participado de seminários em diferentes partes do Brasil e do mundo.<br />
Em 2001 ganhou o prêmio jornalístico Estadão na condição de fomentadora de cultura.</p>
<p>Em 2005, ao completar oitenta anos, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia. É detentora da comenda Maria Quitéria (Prefeitura do Salvador), Ordem do Cavaleiro (Governo da Bahia) e da comenda do Ministério da Cultura.</p>
<p>Ilê Axé Opó Afonjá, (Casa de Força Sustentada por Afonjá), Centro Cruz Santa do Axé do Opó Afonjá, fundada por Eugênia Ana dos Santos, em 1910.</p>
<p>* O Tombamento Terreiro Opo Afonjá relizado em 28 de julho de 2000, pelo IPHAN<br />
* Endereço: Rua Direta de São Gonçalo do Retiro, 557, Cabula &#8211; Salvador, Bahia<br />
* Livro Histórico: Inscrição:559. Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico: Inscrição:124 Nº Processo:1432-T-98</p>
<p>A história do Terreiro do Axé Opô Afonjá (outros Nomes: Terreiro de Candomblé do Axé Opô Afonjá; Ilê Axé Opô Afonjá) assim como a do Terreiro do Gantois, está intimamente vinculada ao Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho.</p>
<p>Este é o terreiro mais antigo de que se tem notícia e o que, segundo vários autores, serviu de modelo para todos os outros, de todas as nações. Um grupo dissidente do Terreiro da Casa Branca, comandado por Eugênia Anna dos Santos, fundou, em 1910, numa roça adquirida no bairro de São Gonçalo do Retiro, o Terreiro Kêtu do Axé Opô Afonjá.</p>
<p>O terreiro ocupa uma área de cerca de 39.000 m2. As edificações de uso religioso e habitacional do terreiro, ocupam cerca de 1/3 do total do terreno, em sua parte mais alta e plana, sendo o restante ocupado pela área de vegetação densa que constitui, nos dias de hoje, o único espaço verde das redondezas.<br />
Filhas-de-santo do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá</p>
<p>Por força da topografia do terreno, as edificações do Axé Opô Afonjá se distribuem mais ou menos linearmente, aproveitando as áreas mais planas da cumeada, tornando, no acesso principal, um &#8220;terreiro&#8221; aberto em torno do qual se destacam os edifícios do barracão, do templo principal &#8211; contendo os santuários de Oxalá e de Iemanjá -, da Casa de Xangô e da Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos.</p>
<p>A organização espacial do Axé Opô Afonjá mantém as caracteríticas básicas do modelo espacial típico do terreiro jejê-nagô. Esses mesmos elementos, são também encontrados nos terreiros da Casa Branca e do Gantois, apenas com uma diferença: no Axé Opô Afonjá o barracão é uma construção independente, ao passo que nos dois outros terreiros ele está incorporado ao templo principal.</p>
<p>Sacerdotisas<br />
Nome &#8211; período que exerceu o cargo<br />
* Mãe Aninha &#8211; 1909-1938<br />
* Mãe Bada de Oxalá &#8211; 1939-1941<br />
* Mãe Senhora &#8211; 1942-1967<br />
* Mãe Ondina de Oxalá &#8211; 1969-1975<br />
* Mãe Stella de Oxóssi &#8211; 1976</p>
<p>O título de doutora faz parte das comemorações pelos 70 anos de iniciação religiosa de Mãe Stella que foi consagrada no Candomblé aos 14 anos e assumiu o terreiro em 1976. A ialorixá já escreveu vários livros sobre a religião. Ela também é enfermeira, com especialização em Saúde Pública, e exerceu a profissão por mais de trinta anos.</p>
<p>Fonte: Correio da Bahia , Wikipédia</p>
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<li><a href='http://www.culturabaiana.com.br/ile-axe-opo-afonja/' rel='bookmark' title='Ilê Axé Opô Afonjá'>Ilê Axé Opô Afonjá</a></li>
<li><a href='http://www.culturabaiana.com.br/mae-stella-de-oxossi-em-tarde-de-autografo-no-dia-do-meio-ambiente/' rel='bookmark' title='Mãe Stella de Oxóssi em tarde de autografo no dia do Meio  Ambiente'>Mãe Stella de Oxóssi em tarde de autografo no dia do Meio  Ambiente</a></li>
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