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	<title>Cultura Baiana &#187; cultura baiana</title>
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		<title>Dia de Festa no Mar, dia de Yemanjá</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Casa de Yemanjá]]></category>
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		<description><![CDATA[Odoya! Salve Salve Yemanjá!


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 02 de fevereiro, dia de festa no mar  e nos corações de mais de 400 mil pessoas em festa, que se dirigiram ao <strong>bairro do Rio Vermelho</strong>, <strong>Salvador</strong>, na <strong>Bahia</strong>. O movimento já era grande desde ontem á noite, quando grupos já antecipavam a entrega do presente na <strong>Casa de Yemanjá</strong>. No comemorativo 2 de fevereiro, amanheceu em festa com um dia lindo, radiante.</p>
<p>Veja fotos da festa da<strong> Rainha das Águas</strong>.</p>


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		<title>Yemanjá &#8211; A Rainha do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Abeokutá]]></category>
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		<category><![CDATA[Yemanjá]]></category>

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		<description><![CDATA[Rainha do Mar


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001682.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="DSC00168" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001682.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Estima-se que cerca de 400 mil pessoas acompanhe os festejos de homenagem a <strong>Yemanjá </strong> no bairro do <strong>Rio Vermelho</strong>, em <strong>Salvador</strong>, na <strong>Bahia</strong>, nesta terça-feira, dia <strong>02 de fevereiro</strong> de 2010! Odoya!</p>
<p>A tradição da festa na cidade de Salvador em homenagem a Yemanjá teve início no ano de 1923, quando um grupo de 25 pescadores resolveu oferecer presentes para a mãe  das águas. Nesta época os peixes estavam escassos no mar. Todos os anos  os pescadores pedem a Yemanjá que lhes dê fartura de peixes e um mar  tranquilo.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00159.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1759" title="DSC00159" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00159.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>No início, a celebração era feita em conjunto com a Igreja  Católica, numa demonstração do sincretismo religioso da Bahia. Na década  de 1960, na capital baiana, um padre teria ofendido os pescadores, chamando-os de  ignorantes por cultuarem uma sereia. O ocorrido provocou um rompimento  com a igreja e a partir daí os pescadores passaram a realizar a festa  apenas em homenagem a Yemanjá.</p>
<p>A igreja de Santana, em Salvador, estado da Bahia fica fechada no dia 2  de fevereiro durante toda a festa.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09037.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1309" title="DSC09037" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09037.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Heis aqui uma das interpretações  de estudiosos sobre a história da <strong>Rainha das Águas</strong>, <strong>Yemanjá</strong>, extraido de um texto de <strong>Pierre Verger</strong>, para que possamos entender melhor sobre a sua importância dentro da <strong>religião afro-brasileira </strong>e da<strong> cultura baiana</strong>.<br />
Conta à tradição dos povos <strong>iorubás</strong> (atual Nigéria), que Iemanjá era a filha de<strong> Olokum</strong>, deus do mar. Em <strong>Ifé</strong>, tornou-se a esposa de Olofin-Odudua, com o qual teve dez filhos, todos orixás. De tanto amamentar seus filhos, os seios de Yemanjá tornaram-se imensos. Cansada da sua estadia em Ifé, Yemanjá fugiu na direção do “entardecer-da-terra”, como os iorubas designam o Oeste, chegando a <strong>Abeokutá</strong>.<br />
Yemanjá continuava muito bonita, Okerê a propôs casamento. Tendo Yemanjá aceitado, mas com a condição que ele numca ridicularizasse a imensidão dos seus seios. Um dia, ao voltar para casa bêbado, Okerê cambaleante, tropeçou em Yemanjá, que lhe insultou, chamando-o de bêbado. Okerê reagio: &#8220;Você, com esses peitos compridos e balançantes!&#8221;</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00183.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1760" title="DSC00183" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00183.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Ofendida, Yemanjá fugiu. Okerê colocou seus guerreiros em perseguição e Yemanjá, vendo-se cercada, lembrou que tinha recebido de <strong>Olokum</strong> uma garrafa, com a recomendação que só abrisse em caso de necessidade.</p>
<p>Yemanjá tropeçou e esta quebrou-se, nascendo um rio de águas tumultuadas, que levaram Yemanjá em direção ao oceano, residência de Olokum. Okerê, tentou impedir a fuga de sua mulher e se transformou numa colina. Yemanjá, vendo bloqueado seu caminho, chamou Xangô, o mais poderoso dos seus filhos, que lançou um raio sobre a colina Okerê, que abriu-se em duas, dando passagem para Yemanjá, que foi para o mar, ao encontro de Olokum.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00220.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1761" title="DSC00220" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00220.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>As descrições são variadas, mas há um predomínio de que a Yemanjá usava roupas cobertas de pérola, tem filhos no mundo inteiro e está em todo lugar onde chega o mar. Seus filhos fazem oferendas para acalmá-la e agradá-la. Yemanjá, <strong>Odô Iyá</strong> (rainha das águas), nunca mais voltou para a terra.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1311" title="DSC09056" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09056.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Ainda existe, na <strong>Nigéria</strong>, uma colina dividida em duas, de nome <strong>Okerê</strong>, que dá passagem ao <strong>rio Ogun</strong>, que correr para o oceano. Sendo um local de grande visitação.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00326.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1762" title="DSC00326" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00326.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Presentes</p>
<p>Existe uma superstição sobre os presentes dados a Iemanjá que não afundam, indo parar na areia da praia. Segundo ela, Iemanjá não gostou do presente e o teria devolvido, causando grande frustração aos devotos. Em geral, presentes feitos com materiais leves ou ocos costumam não afundar. Nem mesmo o presente principal, feito pelos pescadores, está livre deste infortúnio. Algumas vezes foi preciso amarrá-lo a algo pesado para que pudesse afundar.<br />
<a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09065.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1312" title="DSC09065" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09065.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>O presente principal é preparado para ser oferecido à Yemanjá. Sob ele vão as oferendas preparadas pela ialorixá responsável pelo comando da festa. Estas oferendas, cujos preparativos são cercados de rituais e fundamentos sagrados e secretos, demoram sete dias para ficar prontas.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001502.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1763" title="DSC00150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001502.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Dentre os presentes oferecidos a Yemanjá no dia 2 de fevereiro podemos listar os seguintes: flores, perfumes, espelhos, enfeites diversos como anéis, colares, fitas, brincos, pentes, bijuterias, jóias, relógios, maquiagens e ainda bonecas, velas, bebidas e comidas tais como manjar, fava cozida com camarão, cebola e azeite doce, champanhe dentre outros.<br />
<a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09083.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1313" title="DSC09083" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09083.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a> Nas ruas do<strong> Rio Vermelho</strong> desfilam grupos de samba de roda e ijexá, capoeira, blocos afros, grupos fantasiados, fanfarras dentre outros. Alguns destes grupos desfilam exclusivamente na <strong>Festa do Rio Vermelho</strong>, numa prova da devoção do povo baiano.</p>
<p>A escultura de Yemanjá localizada em frente à <strong>Casa do Peso</strong> foi confeccionada por <strong>Manoel Bonfim</strong> em 1970. Trata-se de uma escultura de uma sereia feita de gesso, assentada sobre pedestal de concreto revestido com apliques variados, conchas e pedras portuguesas. É de propriedade da <strong>Colônia de Pesca</strong>.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09101.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1314" title="DSC09101" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09101.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Existe atualmente uma preocupação por parte de ambientalistas alertando sobre os presentes jogados no mar que não se decompõem. Muitos animais marinhos morrem ao ingerir esses presentes.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09110.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1315" title="DSC09110" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09110.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Os pescadores que organizam o dois de fevereiro estão começando a se preocupar mais com o aspecto ecológico que envolve a festa.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC003952.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1764" title="DSC00395" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC003952.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>


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		<title>Guitarra baiana</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Guitarra Baiana


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<p><strong>Guitarra baiana</strong> é um instrumento elétrico, de quatro ou cinco cordas, criado originalmente para execução em <strong>trio elétrico</strong> no <strong>Carnaval da Bahia</strong>. Parente próximo do <strong>bandolim elétrico</strong>, representa um híbrido entre um cavaquinho e um bandolim, utilizando o calibre de cordas e a escala do primeiro e a afinação (Sól-Ré-Lá-Mi) do segundo. Inicialmente chamado de cavaquinho elétrico ou <strong>pau elétrico</strong>, foi rebatizado como guitarra baiana no final dos anos 70.</p>
<p>A dupla &#8220;<strong>Dodô e Osmar</strong>&#8221; (Adolfo Dodô Nascimento e Osmar Álvares Macêdo), ambos de Salvador, teve a idéia de construir um novo instrumento a partir de uma apresentação, na capital baiana, do músico <strong>Benedito Chaves</strong> &#8211; que utilizava um captador acoplado a um violão tradicional de caixa acústica oca equipada com um captador.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-134.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1209" title="ARMANDO 134" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-134.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><br />
Dodô, técnico em eletrônica, junto ao amigo, fez vários testes com madeira e posicionando o amplificador sob as cordas, conseguiu evitar a microfonia que verificaram ocorrer na apresentação que tinham assistidos.</p>
<p>O protótipo criado por Dodô e Osmar no início da década de 1940 ficou conhecido como pau elétrico ou cavaquinho elétrico. A guitarra baiana pode reivindicar uma origem particular e distinta na linha dos instrumentos elétricos &#8216;pré-históricos&#8217; de corpo sólido. Seu nascimento remete aos anos 1940 no Brasil, onde aparentemente evoluiu em insolação de esforços contemporâneos de construtores de guitarras nos Estados Unidos, como Les Paul ou Leo Fender.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-099.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1210" title="ARMANDO 099" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-099.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Em 1931, approximadamente uma década antes, o americano George Beauchamp (co-fundador das companhias National Stringed Instrument Corporation e Rickenbacker) havia criado a &#8220;frying pan&#8221;, a primeira guitarra elétrica de corpo sólido. Sem conhecer o trabalho de Beauchamp, Dodô e Osmar desenvolveram o mesmo princípio, e o aplicavam ao bandolim assim como ao violão. Em 1950, Dodô e Osmar se apresentaram nos dias de carnaval, sobre um Ford 1929, transformando ele em palco, dando origem o fenômeno do trio elétrico no Carnaval da Bahia.<br />
Com suas quatro cordas originais, a guitarra baiana é afinada como o bandolim ou o violino &#8211; sol, ré, lá e mi (do grave para o agudo).<br />
O músico baiano e virtuoso da guitarra baiana e do bandolim, <strong>Armandinho</strong>, filho de Osmar Macêdo, sentindo necessidade de obter um som mais grave, adicionou ao instrumento uma quinta corda, com afinação em dó.</p>
<p>Na década de 1990, o luthier sergipano <strong>Elifas Santana</strong>, responsável pela criação das guitarras baianas de Armandinho e de <strong>Luiz Caldas</strong>, adaptou um sistema de ponte flutuante (Floyd Rose) nestes instrumentos.<br />
fonte Wikipédia; http://pt.guitarra-baiana.com/</p>


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		<title>Lavagem do Senhor do Bonfim</title>
		<link>http://www.culturabaiana.com.br/lavagem-do-senhor-do-bonfim-dai-nos-a-graca-divina/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 15:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira as imagens da Lavagem do Senhor do Bonfim</p>
<div id="attachment_1081" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1081" title="cb lav bonfim" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim2.jpg" alt="cb lav bonfim" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Missa que antecede o dia da Lavagem do Senor do Bonfim. O povo lotou a Igreja do Senhor do Bonfim</p></div>
<div id="attachment_1082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1082" title="cb lav bonfim EDITAR1" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR13.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR1" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Igreja do Sr. do Bonfim iluminada</p></div>
<div id="attachment_1078" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1078" title="cb lav bonfim EDITAR2" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR2.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR2" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">A lavagem começa cedo com o toque da alvorada, quando os participantes se concentram em frente a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia.</p></div>
<div id="attachment_1079" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1079" title="cb lav bonfim EDITAR3" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR3.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR3" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Alegria contagiante das baianas é a tônica do início do cortejo á Sagrada Colina</p></div>
<div id="attachment_1084" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1084" title="cb lav bonfim EDITAR10" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR102.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR10" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Antigamente as corroças eram decoradas com flores e folhas de palmas, levavam as mulheres do candomblé e barris com água perfumada ao som de muito samba.</p></div>
<div id="attachment_1083" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1083" title="cb lav bonfim EDITAR6" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR6.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR6" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">O calor forte do verão baiano, não tira a alegria e o entusiamo dos participantes da mais tradicional festa baiana.</p></div>
<div id="attachment_1085" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1085" title="cb lav bonfim EDITAR7" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR7.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR7" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Fé, tradicão e simpatia na Conceição da Praia</p></div>
<div id="attachment_1086" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1086" title="cb lav bonfim EDITAR8" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR8.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR8" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Além da cultura, a presença da Beleza Baiana foi marcante</p></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1087" title="cb lav bonfim EDITAR9" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR9.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR9" width="480" height="300" /></p>
<div id="attachment_1088" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1088" title="cb lav bonfim EDITAR" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR4.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Fé, sincretismo, tradição, cultura e muita simpatia reuniram mais de um milhão de pessoas nas ruas da Cidade Baixa da cidade de Salvador, durante a Lavagem do Senhor do Bonfim</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_1074" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-1074" title="cb lav bonfim EDITAR11" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/cb-lav-bonfim-EDITAR11.jpg" alt="cb lav bonfim EDITAR11" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Não foi o acesso gratuito ao Elevador Lacerda que fez a fila dar voltas. Foi a fé e a tradição de participar do cortejo, que leva até a colina Sagrada onde fica a Igreja do Senhor do Bonfim, mais de um milhão de pessoas das mais variadas, religiões, raças, crenças e sobretudo idade.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">


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		<title>Ilê Axé Opô Afonjá</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Força Sustentada por Afonjá]]></category>
		<category><![CDATA[Colabá]]></category>
		<category><![CDATA[cultura baiana]]></category>
		<category><![CDATA[Ilê Axé Opô Afonjá]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Ilé Ohun Lailai]]></category>
		<category><![CDATA[Religiões afro-brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro da Casa Branca]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1106" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Ile_opo_afonja.jpg"><img class="size-full wp-image-1106" title="Ile_opo_afonja" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Ile_opo_afonja.jpg" alt="" width="406" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Ilê Axé Opô Afonjá</p></div>
<p>A história do Terreiro do Axé Opô Afonjá ou  Terreiro de Candomblé do Axé Opô Afonjá ou ainda <strong> Ilê Axé Opô Afonjá</strong>,  assim como a do <strong>Terreiro do Gantois</strong>, está intimamente vinculada ao Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho. Este é o terreiro mais antigo de que se tem notícia e o que, segundo vários autores, serviu de modelo para todos os outros, de todas as nações.</p>
<p>Um grupo dissidente do <strong>Terreiro da Casa Branca</strong>, comandado por <strong>Eugênia Anna dos Santos</strong>, fundou, em 1910, numa roça adquirida no bairro de <strong>São Gonçalo do Retiro</strong>, o <strong>Terreiro Kêtu do Axé Opô Afonjá</strong>.  O terreiro ocupa uma área de cerca de 39.000 m2. As edificações de uso religioso e habitacional do terreiro, ocupam cerca de 1/3 do total do terreno, em sua parte mais alta e plana, sendo o restante ocupado pela área de vegetação densa que constitui, nos dias de hoje, o único espaço verde das redondezas.</p>
<p>Filhas-de-santo do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá Por força da topografia do terreno, as edificações do Axé Opô Afonjá se distribuem mais ou menos linearmente, aproveitando as áreas mais planas da cumeada, tornando, no acesso principal, um &#8220;terreiro&#8221; aberto em torno do qual se destacam os edifícios do barracão, do templo principal &#8211; contendo os santuários de Oxalá e de Iemanjá -, da Casa de Xangô e da Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos.  A organização espacial do Axé Opô Afonjá mantém as caracteríticas básicas do modelo espacial típico do terreiro jejê-nagô.</p>
<p>Esses mesmos elementos, são também encontrados nos terreiros da Casa Branca e do Gantois, apenas com uma diferença: no Axé Opô Afonjá o barracão é uma construção independente, ao passo que nos dois outros terreiros ele está incorporado ao templo principal.</p>
<p>Sacerdotisas  do Ilê Axé Opó Afonjá</p>
<p>* Mãe Aninha &#8211; 1909-1938</p>
<p>* Mãe Bada de Oxalá &#8211; 1939-1941</p>
<p>* Mãe Senhora &#8211; 1942-1967</p>
<p>* Mãe Ondina de Oxalá &#8211; 1969-1975</p>
<p>* Mãe Stella de Oxóssi &#8211; 1976</p>
<p>Em 1976, sobe ao trono do Ilê Axé Opô afonjá, a então <strong>Colabá</strong> (um cargo feminino importante que zela por apetrecho consagrado a <strong>Xangô</strong>) da casa, <strong>Stella Azevedo dos Santos</strong>, filha de Oxóssi, que fora iniciada por mãe Senhora de Oxum, tendo como nome religioso <strong>Odé Kaiodê</strong>, que quer dizer em português &#8220;<strong>O caçador trouxe alegria</strong>&#8220;.</p>
<p>A partir daí e até a presente data, o afonjá mantém-se dentro dos princípios construídos por <strong>Iyá Obá Biyi</strong>, mesmo sofrendo relevantes mudanças estruturais (fundamentalmente em seu aspecto geofísico), e até algumas reformulações em torno dos seus rituais, o que é natural no &#8220;caminhar&#8221; do tempo histórico.</p>
<p>Talvez mãe Stella tenha sido a mais política das iyalorixás deste terreiro, e é a mais intelectualizada do que todas anteriores; escreveu livros, atuou publicamente contra o chamado sincretismo religioso que une a imagem de santos católicos à de orixás, construiu escola, biblioteca, idealizou o museu Ilê Ohun Lailai (Casa das coisas antigas), pregou a necessidade do registro escrito contra os lapsos de memória, contribui para pesquisas respeitosas em torno da temática do candomblé que ela dirige. Há trinta e um anos comanda o afonjá, que hoje é uma imensa &#8220;casa de santo&#8221;, que ela considera como &#8220;uma pequena África&#8221; idealizada por sua inspiradora avó Aninha de Xangô.</p>
<p>A marca Ilê Axé Opô Afonjá</p>
<p>Caetano Veloso em sua canção Tapete Mágico, gravada por Gal Costa, em seu disco fantasia, faz uma referência à &#8220;roça do Opô Afonjá&#8221; como símbolo do fantástico e da beleza. E é este o primeiro adjetivo que se pode extrair da espacialidade daquela casa: beleza. As casas da comunidade somando-se às casas dos orixás; a área verde e sagrada; o imponente Palácio de Xangô, chamado por mãe Stella de sede do terreiro; a grandeza indefinível do barracão; e a dança dos orixás em suas festas iluminadas.</p>
<p>Outro adjetivo seria força que se coaduna à idéia que a palavra Axé exprime, e é como o Afonjá é comumente chamado por seus filhos. Paz ¿ também aparece por conta da outra dimensão que se sente lá. E para sintetizar a vocação da sua territorialidade, surge o termo sagrado. O sagrado templo de Xangô, senhor do fogo, da justiça, da vida, que reúne aos seus pés os filhos da Iyá Aninha. O sagrado e mágico chão de &#8220;Yá&#8221;, mãe maior dos ancestrais grunce; a Yemoja iorubana, inseparável mãe mulher irmã do Obá Kossó (Xangô), o grande rei desta espiritualidade.</p>
<p>A grande marca espacial daquela casa é o encontro de duas energias, fogo e água, balizando as demais que surgem da impreterível presença dos outros orixás e encantados. Um patrimônio histórico que ilustra luta, persistência, sabedoria, conflito, negociação, prestígio e apogeu. E que deve sempre se espelhar na memória dos seus mais velhos, e como exemplo, prosseguir a favor dos ventos que alimentam de fé os adeptos desta religião.</p>
<p>A Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, faz parte do Ilê Axé Opó Afonjá, bem como o  <strong>Museu Ilé Ohun Lailai </strong>(<strong>Casa das Coisas Antigas</strong>) inaugurado em 1999, está localizado no andar inferior da Casa de Xangô, onde reune a história do Axé, das Iyalorixás com objetos de culto e roupas em exposição.</p>
<p>Fonte: Wikipédia,a enciclopédia livre e <em><strong>Marlon Marcos</strong>,   jornalista, professor e mestrando em Estudos Étnicos e Africanos pelo Centro de Estudos Afro-Orientais (Ufba)</em></p>


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		<title>Ivete Sangalo vai dar uma mãozinha a cantores do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 18:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cantores do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval da Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ivete Sangalo]]></category>
		<category><![CDATA[trio elétrico]]></category>
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		<description><![CDATA[Ivete Sangalo lança no Twitter uma nova promoção. Desta vez, ela pediu para os &#8220;cantores do Brasil&#8221; enviarem para a sua produção um vídeo em que aparecem cantando com algum instrumento. Ivete contou ainda de onde surgiu a ideia da promoção: &#8220;Quando comecei a cantar...


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ivete Sangalo</strong> lança no Twitter uma nova promoção. Desta vez, ela pediu para os &#8220;<strong>cantores do Brasil</strong>&#8221; enviarem para a sua produção um vídeo em que aparecem cantando com algum instrumento.<br />
Ivete contou ainda de onde surgiu a ideia da promoção: &#8220;Quando comecei a cantar só pedia a Deus uma mão amiga para me dar uma força. Agora, eu serei essa mão pra alguém muito talentoso&#8221;, disse a cantora.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1022" title="Ivete Sangalo lança promoção para ajudar cantores do Brasil" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Captura-de-tela-inteira-28122009-151921.jpg" alt="Ivete Sangalo lança promoção para ajudar cantores do Brasil" width="480" height="415" /></p>
<p>Em seguida, Ivete explicou a promoção: &#8221; Você que é cantor ou cantora, que tal vir aqui cantar no <strong>Carnaval</strong> comigo? Hein? Imagina só que maravilhaaaaaaa. Será na terça de Carnaval. Mande um vídeo cantando uma canção que você adora. Serão pré-selecionados alguns vídeos até chegarmos ao vencedor. O ganhador virá para Salvador para cantar comigo em cima do <strong>trio</strong> e ainda curtir a festa conosco no Coruja. Que vocês acham?&#8221;, postou a <strong>baiana</strong>.</p>
<p>Segundo a cantora, o regulamento da promoção ainda será definido com a sua equipe e depois estará disponível em seu site. Só dá ela!!!! show!</p>
<p>Fonte: A TARDE On Line ; twitter.com/ivetesangalo</p>


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		<title>Lançamento da Exposição Fotográfica Yalorixás no Século XXI</title>
		<link>http://www.culturabaiana.com.br/lancamento-da-exposicao-fotografica-yalorixas-no-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 20:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Afro]]></category>
		<category><![CDATA[candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[cultura africana]]></category>
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		<category><![CDATA[salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Fruto da pesquisa fotográfica de Alberto Lima com 21 Yalorixás de Salvador irá presentear a capital baiana com exposição fotográfica e distribuição de calendário inédito com fotos das sacerdotisas para 2010 A exposição promovida pelo Núcleo Omi-DùDú com apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade...


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fruto da pesquisa fotográfica de Alberto Lima com 21 Yalorixás de Salvador irá presentear a capital baiana com exposição fotográfica e distribuição de calendário inédito com fotos das sacerdotisas para 2010</p>
<p>A exposição promovida pelo Núcleo Omi-DùDú com apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade – SEPROMI, registrou 21 yalorixás de Salvador e região metropolitana em suas respectivas casas de culto. O material coletado foi utilizado na produção de um calendário para 2010 que terá distribuição gratuita em Salvador.</p>
<p>A exposição visa criar espaço de visibilidade para as Sacerdotisas, valorizando suas trajetórias e o fazer religioso. Além das 21 Yalorixás fotografadas, o evento contará com a presença da Secretária Luíza Barros (SEPROMI), da yalorixá Jaciara Ribeiro, além de outras autoridades afro-religiosas, artistas, comunidade negra e adeptos do candomblé. Durante os 45 dias (15/12/2009 a 31/01/2010), serão realizadas, durante a exposição, atividades de reflexão com debates e palestras sobre a religiosidade de matiz africana. O público será contemplado também com a reinauguração da Sala Luiz Orlando seguido de mostra de filmes afro-religiosos; Performances diversas, mostra de tecidos africanos, desfiles de moda afro, oficinas de estética, entre outras. As performances musicais do Cantor Aluízio Menezes e Portela irão animar os visitantes no evento de abertura.     De acordo com Alberto Lima, a exposição Yalorixás no Século XXI, tem como intuito retratar a importância do matriarcado na religião afro-brasileira. “A partir das fotografias e do calendário, os baianos poderão compreender o papel exercido pelas mulheres de santo”, complementa o fotógrafo que possui um acervo de aproximadamente sete mil imagens relativas à cultura negra e participou da cobertura fotográfica do Mapeamento dos Terreiros de Salvador, além de outras atividades relacionadas ao universo afro-baiano.</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>O quê? Lançamento da Exposição Fotográfica Yalorixás no Século XXI</p>
<p>Quando? Dia 15 de dezembro de 2009 (terça-feira), ás 19hs:30min</p>
<p>Onde? Quadrilátero da Biblioteca dos Barris, Barris &#8211; Salvador</p>
<p>Período? 15 de Dezembro à 31 de janeiro de 2010</p>
<p>Mais Informações:  &#8211; Alberto Lima (71) 9959-3975 – gingadeangola@yahoo.com.br &#8211; Núcleo Omidùdú (71) 3334-5982/3334-2948 Site: www.nucleoomidudu.org.br</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Beyoncé em Salvador dia 10 de fevereiro</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 13:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beyoncé em Salvador dia 10 de fevereiro!</p>
<p>A venda dos ingressos para o show da cantora <strong>Ivete Sangalo</strong> e <strong>Beyoncé no </strong> <strong>Parque de Exposições</strong> , em pleno <strong>verão de salvador</strong>, em 10 de  fevereiro de 2010 foi bem tranquila, apesar de ter um começo um pouco tumultudado por fãs mais exaltados. Tinha um clima de festa no ar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1037" title="Beyonce em Salvador" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/12/fila-bey-1.jpg" alt="Beyonce em Salvador" width="480" height="340" /></p>
<p>Saiba um pouco mais sobre a cantora norte america.</p>
<p><strong>Beyoncé Gisele Knowles</strong> tem como apelidos Mothe, B ou JuJu. Nascida em 04/09/1981, em Houston, Texas, é uma cantora, co-compositora, arranjadora vocal e atriz estadunidense vencedora de dez prêmios <strong>Grammy</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1038" title="bey-4" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/12/bey-4.jpg" alt="bey-4" width="480" height="340" /></p>
<p>Beyoncé Knowles é a filha mais velha de Mathew Knowles e Tina Beyincé. Seus avós paternos, Lumis Beyincé e Agnes Dereon, eram de Louisiana, e falavam francês. Seus pais decidiram que seu primeiro nome seria uma homenagem ao sobrenome de solteira de sua mãe. Sua irmã, Solange Knowles, é atriz e cantora.Ela foi criada no cinturão bíblico norte-americano, que se estende em torno de Houston (Texas), onde a cantora começou a carreira no coral da Igreja Metodista Unida de San Juan e foi batizada.</p>
<p>Seu pastor Rudy Rasmus continua sendo seu conselheiro espiritual. As doações deixadas por Beyoncé na Congregação permitiram a construção de um grande centro para jovens se reabilitarem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1025" title="bey-1" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/12/bey-1.jpg" alt="bey-1" width="480" height="340" /></p>
<p>Aos sete anos ganhou um prêmio de mérito escolar pela versão da canção Imagine de John Lennon. Logo conheceu e tornou-se amiga de Kelly Rowland, cuja mãe trabalhava para a família Knowles, portanto moravam na mesma casa. Ao ver que a intenção das duas meninas, de dedicar-se à música, era séria, Mathew Knowles, o pai de Beyoncé, começou a buscar um selo musical. Ele largou seu emprego muito bem pago para empresariar o grupo. Essa decisão afetou a família inteira.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1026" title="bey-2" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/12/bey-2.jpg" alt="bey-2" width="480" height="340" /></p>
<p>A renda deles foi reduzida à metade, e tiveram que mudar-se para dois diferentes apartamentos. Quando o grupo assinou com a Columbia em 1996, deu à família uma segunda chance de fazer as coisas se tornarem realidade.</p>


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		<title>FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DA BAHIA</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-940" title="festival-de-teatro" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/festival-de-teatro1.jpg" alt="festival-de-teatro" width="161" height="144" />A<strong> Cooperativa Baiana de Teatro</strong> abre período de inscrições para a <strong>Mostra Oficial do II Festival Nacional de Teatro da Bahia</strong>. A Mostra não tem um caráter competitivo e é destinado a grupos profissionais de Teatro de todo o Brasil.</p>
<p>Segundo a Cooperativa Baiana de Teatro os objetivos do festival são fortalecer e dinamizar a <strong>cena teatral baiana</strong>, formar platéia e popularizar o teatro, promovendo o intercâmbio artístico cultural entre<strong> Grupos de Teatro do Brasil</strong>, favorecendo com isso a troca de experiência e o aprimoramento profissional dos participantes.<br />
E a calorosa Salvador será sede  do Festival  Nacional de Teatro da Bahia. O evento terá início em  05 de setembro e terminará no dia 13 de dezembro de 2009, as inscrições podem ser feitas no site da cooperativa.</p>
<p><a title="Cooperativa Baiana de Teatro" href="http://www.cooperativabaianadeteatro.com.br/">Cooperativa Baiana de Teatro</a></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dorival Caymmi &#8211; A Bahia também dá</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 21:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Dorival Caymmi</strong> nasceu em <strong>Salvador</strong>, 30 de abril de 1914 e faleceu no Rio de Janeiro em  16 de agosto de 2008. Caymmi foi  cantor, poeta, compositor, violonista, pintor e ator brasileiro. Compôs inspirado pelos hábitos, costumes e as <strong>tradições do povo baiano</strong>. Tendo como forte influência a <strong>música negra</strong>, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica.</p>
<div id="attachment_911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 291px"><img class="size-full wp-image-911" title="Dorival Caymmi - Entre o Rio e a Bahia" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cay1.JPG" alt="caymmi" width="281" height="365" /><p class="wp-caption-text">Dorival Caymmi - Entre o Rio e a Bahia</p></div>
<p><img src="file:///F:/Fotografias/cay.JPG" alt="" /></p>
<p>Morreu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos em consequência de um câncer renal que possuia há 9 anos.. Permanecia em internação domiciliar desde dezembro de 2007. <strong>Poeta popular</strong>, compôs obras como <strong>Saudade de Bahia, Samba da minha Terra, Doralice, Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, Rosa Morena</strong>. Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: <strong>Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi</strong>. Caymmi era descendente de italianos pelo lado paterno, as gerações da Bahia começaram com o seu bisavô, que chegou ao Brasil para trabalhar no reparo do <strong>Elevador Lacerda</strong> e cujo nome era grafado <strong>Caimmi</strong>.</p>
<div id="attachment_921" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><img class="size-full wp-image-921" title="Elevador Lacerda" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/CB-MERCADO-MODELO-1.jpg" alt="Elevador Lacerda" width="530" height="318" /><p class="wp-caption-text">Caymmi era descendente de italianos pelo lado paterno, o seu bisavô, veio ao Brasil para trabalhar no reparo do Elevador Lacerda.</p></div>
<p>Ainda criança, iniciou sua atividade como músico, ouvindo parentes ao piano. Seu pai era funcionário público e músico amador, tocava, além de piano, violão e bandolim. A mãe, dona de casa, cantava apenas no lar. Ouvindo o fonógrafo e depois a vitrola, cresceu sua vontade de compor. Cantava, ainda menino, em um coro de igreja, como baixo-cantante. Com treze anos, interrompe os estudos e começa a trabalhar em uma redação de jornal O Imparcial, como auxiliar. Com o fechamento do jornal, em 1929, torna-se vendedor de bebidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-922" title="Caymmi " src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cb2.jpg" alt="Caymmi " width="530" height="318" /></p>
<p>Em 1930 Caymmi escreveu sua primeira música: &#8216;<strong>No Sertão</strong>&#8220;, e aos vinte anos estreou como cantor e violonista em programas da <strong>Rádio Clube da Bahia</strong>. Já em 1935, passou a apresentar o musical Caymmi e Suas Canções Praieiras. Com 22 anos, venceu, como compositor, o concurso de músicas de carnaval com o samba <strong>A Bahia também dá</strong>. Gilberto Martins, um diretor da Rádio Clube da Bahia, o incentiva a seguir uma carreira no sul do país.</p>
<p>Em abril de 1938, aos 23 anos, Dorival, viaja de <strong>ita</strong> (navio que cruza o norte até o sul do Brasil) para cidade do Rio de Janeiro, para conseguir um emprego como jornalista e realizar o curso preparatório de Direito. Com a ajuda de parentes e amigos, fez alguns pequenos trabalhos na imprensa, exercendo a profissão no jornal Diários Associados, ainda assim, continuava a compor e a cantar. Conheceu, nessa época, <strong>Carlos Lacerda</strong> e Samuel Wainer.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-924" title="Dorival Caymmi" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/CB-IMG-DA-WEB2.jpg" alt="Dorival Caymmi" width="530" height="318" /></p>
<p>Foi apresentado ao diretor da <strong>Rádio Tupi</strong>, e, em 24 de junho de 1938, estreou na rádio cantando duas composições, embora ainda sem contrato. Saiu-se bem como calouro e iniciou a cantar dois dias por semana, além de participar do programa Dragão da Rua Larga. Neste programa, interpretou <strong>O Que é Que a Baiana Tem</strong>, composta em 1938. Com a canção, fez com que <strong>Carmen Miranda</strong> tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme <strong>Banana da Terra</strong>, de 1938.</p>
<div id="attachment_912" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><img class="size-full wp-image-912 " title="O Que é Que a Baiana Tem, composta em 1938. Com a canção, fez com que Carmen Miranda tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme Banana da Terra, de 1938." src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/30313.jpg" alt="" width="520" height="340" /><p class="wp-caption-text">O Que é Que a Baiana Tem, composta em 1938. Com a canção, fez com que Carmen Miranda tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme Banana da Terra, de 1938.</p></div>
<p>Sua obra invoca principalmente a tragédia de negros e pescadores da Bahia: <strong>O Mar, História de Pescadores, É Doce Morrer no Mar, A Jangada Voltou Só, Canoeiro, Pescaria</strong>, entre outras. <strong>Filho de santo</strong> de <strong>Mãe Menininha do Gantois</strong>, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: &#8220;<strong>Oração de Mãe Menininha</strong>&#8220;, gravado por grandes nomes como <strong>Gal Costa </strong>e <strong>Maria Bethânia</strong>.</p>
<div id="attachment_914" class="wp-caption aligncenter" style="width: 381px"><img class="size-full wp-image-914" title="Oração de Mãe Menininha" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/oracaodemaemenininha1.jpg" alt="Oração de Mãe Menininha" width="371" height="530" /><p class="wp-caption-text">Oração de Mãe Menininha</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Nas composições de Caymmi como a exemplo de <strong>Maracangalha</strong> de  1956 e  <strong>Saudade de Bahia</strong> da 1957, a Bahia surge como um local exótico com um discurso típico que estabelecera-se nas primeiras décadas do século XX. Referências à cultura africana, à comida, às danças, à roupa, e, principalmente à religião.</p>
<p>Com a <strong>Primeira Guerra Mundial</strong>, um <strong>lundu</strong> de autoria anônima, com o nome de &#8220;<strong>A Farofa</strong>&#8220;,trata não tão somente do conflito como também de <strong>dendê</strong> e <strong>vatapá</strong>, na canção &#8220;<strong>O Vatapá</strong>&#8220;. O compositor José Luís de Moraes, chamado Caninha, utilizou, ainda em 1921, o vocábulo <strong>balangandã</strong>, no samba &#8220;<strong>Quem vem atrás fecha a porta</strong>&#8220;.</p>
<div id="attachment_915" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><img class="size-full wp-image-915" title="O Vatapá - cultura da Bahia cantanda por Dorival Caymmi" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Resultados-da-pesquisa-por-CAM_AGO_08_DENDE.jpg" alt="Dendê e Vatapá - cultura da Bahia cantanda por Dorival Caymmi" width="530" height="318" /><p class="wp-caption-text">O Vatapá - cultura da Bahia cantanda por Dorival Caymmi</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A <strong>culinária baiana</strong> foi consagrada no maxixe &#8220;<strong>Cristo nasceu na Bahia</strong>&#8220;, lançado em 1926. No final da década de 1920, é associado à Bahia a mulher que ginga, rebola, requebra, remexe e mexe as cadeiras quando está sambando, o que supreende na linguística, tendo em vista que o autor não era nativo do Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-923" title="Dorival Caymmi" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/CB-IMG-DA-WEB1.jpg" alt="Dorival Caymmi" width="530" height="318" /></p>
<p>O primeiro grande sucesso O que é que a baiana tem? cantada por Carmen Miranda em 1939 não só marca o começo da carreira internacional da <strong>Pequena Notável</strong> vestida de <strong>baiana</strong>, mas influenciou também a <strong>música popular </strong>dentro do <strong>Brasil</strong>, tornou-se conhecida a ponto de ser imitada e parodiada, como no chorinho &#8220;O que é que tem a baiana&#8221; de Pedro Caetano e Joel de Almeida ou na canção &#8220;A baiana diz que tem&#8221; de Raul Torres. Apesar das produções anteriores, as composições de Caymmi são as mais lembradas sobre a <strong>cultura baiana</strong>.</p>
<p>DISCOGRAFIA COMPLETA</p>
<p>Carmem Miranda &amp; Dorival Caymmi<br />
Abril de 1939</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
O que é que a Baiana tem ? (Dorival Caymmi)<br />
A Preta do Acarajé (Dorival Caymmi)<br />
Primeira gravação de Caymmi.</p>
<p>Carmem Miranda &amp; Dorival Caymmi<br />
Setembro de 1939</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
Rainha do Mar (Dorival Caymmi)<br />
Promessa de Pescador (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Dezembro de 1943<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Essa Nega Fulô (Jorge de Lima/Osvaldo Santiago)<br />
Balaio Grande (Dorival Caymmi/Osvaldo Santiago)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Dezembro de 1943<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
É Doce Morrer no Mar (Dorival Caymmi)<br />
A Jangada Voltou Só (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Dezembro de 1943<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
O Mar (I) (Dorival Caymmi)<br />
O Mar (II) (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Agosto de 1945<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Dora (Dorival Caymmi)<br />
Peguei um Ita no Norte (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Março de 1946<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
A Vizinha do Lado (Dorival Caymmi)<br />
Trezentas e Sessenta e Cinco Igrejas (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Agosto de 1947<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Marina (Dorival Caymmi)<br />
Lá Vem a Baiana (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Abril de 1948<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
A lenda do Abaeté (Dorival Caymmi)<br />
Saudade de Itapoã (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Julho de 1949<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
O Vento (Dorival Caymmi)<br />
Festa de Rua (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Maio de 1948<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Cantiga (Dorival Caymmi)<br />
Sodade Matadera (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Julho de 1952<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Não tem Solução (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)<br />
Nem Eu (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Agosto de 1953<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Tão Só (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)<br />
João Valentão (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Setembro de 1954<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Quem vem pra Beira do Mar (Dorival Caymmi)<br />
Pescaria (Canoeiro) &#8211; (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi e Seu Violão<br />
Novembro de 1954<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
A Jangada Violtou Só (Dorival Caymmi)<br />
É Doce Morrer no Mar (Dorival Caymmi)</p>
<p>Sambas de Caymmi<br />
1955<br />
Odeon &#8211; MODB 3028<br />
Vinil &#8211; 10 Polegadas</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Janeiro de 1956<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
Sabado em Copacabana (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)<br />
Só Louco (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Março de 1956</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
Saudades de Itapoã (Dorival Caymmi)<br />
A Lenda do Abaeté (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Agosto de 1956</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm:<br />
Maracangalha (Dorival Caymmi)<br />
Fiz uma Viagem (Dorival Caymmi)</p>
<p>Cancoes Praieras<br />
1956</p>
<p>Vinil &#8211; 10 Polegadas</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Maio de 1957</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm:<br />
Saudades da Bahia (Dorival Caymmi)<br />
Roda Pião (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Junho de 1957</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm:<br />
Acalanto (Dorival Caymmi)<br />
História pro Sinhozinho (Dorival Caymmi)</p>
<p>Caymmi : Canções do Mar<br />
1957</p>
<p>Caymmi e o Mar<br />
1957</p>
<p>Eu Vou Pra Maracangalha<br />
1957</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Dezembro de 1957</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm:<br />
2 de Fevereiro (Dorival Caymmi)<br />
Saudades de Itapoã (Dorival Caymmi)</p>
<p>Ary Caymmi Dorival Barroso<br />
1958</p>
<p>Eu Nao Tenho Onde Morar &#8211; Compacto Duplo<br />
1959</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
Eu Nao Tenho Onde Morar<br />
Dora<br />
Sao Salvador<br />
Acalanto</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
Fevereiro de 1960</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
São Salvador (Dorival Caymmi)<br />
Eu não tenho Onde Morar (Dorival Caymmi)</p>
<p>Dorival Caymmi e Nana Caymmi<br />
Maio de 1960</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
Rosa Morena (Dorival Caymmi)<br />
Acalanto (Dorival Caymmi) &#8211; Primeira gravação de Nana Caymmi.</p>
<p>Caymmi e seu Violao<br />
1960</p>
<p>Eu nao tenho onde Morar<br />
1960</p>
<p>Caymmi &#8211; Compacto Simples<br />
1964</p>
<p>Músicas de destaque neste albúm :<br />
&#8230;Das Rosas<br />
Inutil Paisagem (com Nana)</p>
<p>Caymmi visita Tom<br />
1964</p>
<p>Caymmi (KAI-EE-ME) and The Girls From Bahia<br />
1965</p>
<p>Vinicius / Caymmi no Zum Zum<br />
1967</p>
<p>Encontro com Dorival Caymmi<br />
1969</p>
<p>Dorival é Nacional<br />
1970?<br />
Músicas de destaque neste albúm :<br />
A -Boa Terra, Boa Gente (Dorival Caymmi)<br />
Música Composta e Gravada especialmente para o lançamento do cigarro Nacional Magnus.</p>
<p>Caymmi<br />
1972</p>
<p>Caymmi também é de Rancho<br />
1973</p>
<p>O Mar (The Sea) Songs by Dorival Caymmi<br />
1974</p>
<p>Caymmi &#8211; Setenta Anos<br />
1984</p>
<p>Caymmi &#8211; Inedito<br />
1984<br />
Fundação Emilio Odebrecht</p>
<p>Caymmi&#8217;s Grandes Amigos<br />
1985</p>
<p>Dorival Caymmi<br />
1986</p>
<p>Dori, Nana, Danilo e Dorival Caymmi<br />
1987</p>
<p>Familia Caymmi em Montreux<br />
1991</p>
<p>Caymmi em Familia<br />
1994</p>
<p>Caymmi in Bahia<br />
1994</p>
<p>Fonte: Wikipedia,<a href="http://www.sombras.com.br/dorival/dorival.htm#discografia">Sombras</a></p>


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<li><a href='http://www.culturabaiana.com.br/museu-de-arte-da-bahia-abre-mostra-sobre-euclydes-da-cunha/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Museu de Arte da Bahia abre mostra sobre Euclydes da Cunha'>Museu de Arte da Bahia abre mostra sobre Euclydes da Cunha</a></li>
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