Será lançado, nesta segunda-feira, 25, a partir das 20h, o III FESMAN – Festival Mundial de Artes Negras no Brasil, com a participaçao do presidente Lula e do presidente Abdoulaye Wade, do Senegal, além de outras autoridades.
A solenidade de abertura do evento, realizado na data em que se comemora o Dia da Libertação da África, contará com apresentações de Gilberto Gil, Carlinhos Brown e da cantora Margareth Menezes, além de outros artistas, no Teatro Castro Alves (TCA).
O Brasil participa da organização do evento como convidado de honra e é o responsável por articular os demais países da América Latina. Até por isso o lançamento oficial do evento será em Salvador, reunindo artistas do Brasil e do Senegal numa celebração da arte através da dança e da música.

Estarão em cena nessa confraternização, artistas brasileiros como Gilberto Gil, Margareth Menezes, Grupo Gêge Nagô, Ilê Ayê, Cortejo Afro e Filhos de Gandhy e o grupo senegalês Fréres Guisse. Todos dividirão o palco numa espécie de “jamsession” com performances solo e encontros inéditos sob a concepção geral de Márcio Meirelles e direção de Márcio Meirelles e Zebrinha.
Além de música, a dança também estará representada no evento com as duas companhias mais conceituadas pela excelência na produção e na pesquisa da dança negra no mundo: Balé do Senegal e Balé Folclórico da Bahia.
A cenografia do espetáculo fica a cargo de Zuarte Jr, a iluminação é de Fernanda Paquelet com realização da Fundação Cultural Palmares – Minc, com a parceria do governo do Estado da Bahia.
O evento terá entrada franca para organizações culturais e sociais, além de artistas e políticos dos dois países.
Após o lançamento, serão realizadas diversas atividades para comemorar a Semana da África na capital baiana, de 25 a 31 de maio. Haverá exibição de filmes, palestras, shows e já está confirmado Cortejo dos Blocos Afros, no dia 25, às 18h, no Campo Grande.
O Dia de África é comemorado desde 25 de Maio de 1963, data em que se instituiu a Organização de Unidade Africa (OUA), União Africana (UA), para simbolizar a luta pela independência e emancipação dos povos africanos.
Fontes: Ministério da Cultura ; Fundação Cultural Palmares ; A TARDE On Line
Lúcio Távora/ Agência A TARDE
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