Cirurgias de redução de estômago aumentam em mais de 500%

A oferta de cirurgia bariátrica (diminuição do tamanho do estômago para perda de peso) nos hospitais vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) aumentou 542% desde 2001, quando o procedimento passou a ser realizado pela rede pública, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Ministério da Saúde.
Apenas em 2008, no Brasil, foram realizados 3.195 cirurgias, a um custo de R$ 15,736 milhões para o SUS. Em 2001 foram gastos R$ 1,237 milhão para 497 procedimentos.

Na Bahia um mutirão formado pelos hospitais Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) e do Hospital Universitário Professor Edgar Santos (Hupes), atendeu a  310 pessoas portadoras de obesidade mórbida, das quais 156 fizeram a cirurgia.

Este tipo de cirurgia pode causar muitas complicações e requer o máximo de cuidado, principalmente com o pós operatório. Chiquinho Scarpa, 58 anos, conhecido por ser assumidamente playboy, está internado desde o dia 29 em São Paulo, em coma induzido. Ele foi submetido a uma cirurgia de redução de estômago há uma semana e, segundo amigos, já se recuperava em casa quando passou mal com a ingestão de alimentos e foi internado às pressas.
Indicada quando o índice de massa corporal (IMC), é maior que 40 kg/m² em indivíduos com idade superior 18 anos, de qualquer sexo. Ou ainda se  o IMC estiver entre 35kg/m² e 40 kg/m² e o paciente apresentar diabetes, hipertensão arterial, apnéia do sono, hérnia de disco ou outras doenças associadas e a ausência de distúrbios psiquiátricos. Há indicação também quando o indivíduo vem ganhando peso nos últimos cinco anos, sem resposta a dietas ou reeducação alimentar.

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