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	<title>Cultura Baiana &#187; Programação Cultural</title>
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		<title>Daniela Mercury lança documentário</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 12:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Canibália]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Mercury]]></category>
		<category><![CDATA[Sonora Rio Bahia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1900" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Priscila_Prade4-1.jpg"><img class="size-full wp-image-1900" title="Priscila_Prade4-1" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Priscila_Prade4-1.jpg" alt="" width="550" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">“É impressionante o poder transformador da música e esse filme, iluminado pelo talento dessas quatro meninas, é um belo testemunho disso”, declara Daniela.</p></div>
<p>A cantora <strong>Daniela Mercury</strong> investe em cinema, um longa metragem, dirigido por Jasmin Pinho, o documentário idealizado e produzido por ela &#8211; <strong>Sonora Rio Bahia</strong>. Parte do projeto <strong>Canibália</strong>, como já estava previsto, o filme é mais um capítulo desse grande projeto da artista, que envolve o já lançado CD Canibália, o show Canibália, o documentário Sonora Rio Bahia, ainda outro documentário, uma instalação musical.</p>
<p>O documentário de longa metragem, dirigido por <strong>Jasmin Pinho</strong>, trata da música como elemento de desenvolvimento e inclusão social. A temática é desenvolvida a partir do depoimento e da rotina das personagens, mulheres que trabalham com música em ONGs de suas cidades. O filme percorre do <strong>Ilê Aiyê </strong>ao <strong>Jongo das Serrinha</strong>, do <strong>Porto da Barra</strong> à <strong>Quadra do Salgueiro</strong>, de onde surgem a pianista <strong>Maíra Freitas</strong>, a percussionista e jongueira <strong>Suellen Tavares</strong>, a rapper <strong>Tina Bee</strong> e a cantora de música afro-brasileira <strong>Aisha Araújo</strong>.</p>
<p>Unindo tradições rítmicas do <strong>Rio de Jan</strong><strong>eiro</strong> e de <strong>Salvador</strong>, o filme mostra a determinação, força de vontade e talento das personagens que são líderes comunitárias e trabalham usando a música de forma criativa, inspirando suas comunidades e amplificando sonoridades de um Brasil feminino.</p>


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		<title>II Encontro Afro Latino</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 19:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[A Força da Diáspora Africana]]></category>
		<category><![CDATA[Africano]]></category>
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		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Cultural Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[II Encontro Iberoamericano de Ministros da Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Observatório Afro-latino]]></category>
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		<description><![CDATA[A Força da Diáspora Africana

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino00161.jpg"><img class="size-full wp-image-1885" title="AfroLatino0016" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino00161.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></div>
<div>Com o  objetivo de elaborar um plano que contemple políticas públicas de ações afirmativas para a igualdade racial, por meio de projetos e propostas de cooperação entre os países da América Latina e Caribe acontece o <strong>II Encontro Iberoamericano de Ministros da Cultura</strong> para uma <strong>Agenda Afrodescendente nas Américas</strong> com o tema &#8220;<strong>A Força da Diáspora Africana&#8221;</strong>.</div>
<div id="_mcePaste">O evento é promovido pelo Ministério da Cultura, através da Fundação Cultural Palmares,  acontecerá no período de 25 a 28 de maio, onde acontecerão Oficinas, mesas redondas, debates e shows. Nomes como o de <strong>Carlinhos Brown, Elza Soares, Mariene de Castro, Riachão, Papá Roncón (Equador), Bahia Trio (Colômbia),Dúo Así Son (Cuba), o ministro da cultura Juca Ferreira, o Presidente FCP – Zulu Araujo, a Ministra Paula Moreno Zapata (Colombia),Madiagne Diallo – Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ), Sidney Bartley – Ministério da Cultura da Jamaica, Florentina Souza da UFBA, o cineasta Jéferson D, Marcia Sant’Anna do IPHAN</strong> dentre muitos outros nobres nomes compõem todo o evento.</div>
<div id="_mcePaste">A idéia central do II Encontro Afro-Latino de Salvador, que inspirou a Declaração de Cartagena de Índias, é a de que existem nos países das Américas, raízes históricas compartidas; que estas raízes estão presentes na herança africana e na experiência da diáspora.</div>
<div id="_mcePaste">O primeiro encontro foi considerado um marco na proposta de cooperação multilateral entre os países ibero-americanos, que elegeram a diversidade cultural como objetivo de um projeto de integração que deve ganhar contornos nessa segunda edição.</div>
<div id="_mcePaste">Estima-se que hoje América Latina e Caribe concentrem uma população de 150 milhões de afrodescendentes. A diáspora africana na região representa cerca de 30% da população total.</div>
<div>
<div id="attachment_1878" class="wp-caption aligncenter" style="width: 503px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/banner-internet02-493x600.jpg"><img class="size-full wp-image-1878" title="II encontro Afro Latino" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/banner-internet02-493x600.jpg" alt="" width="493" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">II encontro Afro Latino</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">Potenciar o patrimônio cultural e espiritual dos afrodescendentes é um dever dos Estados e uma oportunidade para alcançar sociedades mais justas e includentes, e por conseguinte mais ricas e orgulhosas de seu patrimônio cultural.</div>
</div>
<div>Confira algumas fotos dos shows que ocorreram durante o II encontro Afro Latino</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0017.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1887" title="AfroLatino0017" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0017.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></div>
<div>&#8212;-</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0115.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1888" title="AfroLatino0115" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0115.jpg" alt="" width="480" height="640" /></a></div>
<div>
<div>&#8212;-</div>
<div>
<div>&#8212;-</div>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0469.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1889" title="AfroLatino0469" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0469.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
</div>
</div>
<div>
<div>&#8212;-</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0161.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1890" title="AfroLatino0161" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0161.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></div>
</div>
<div>
<div>&#8212;-</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0766.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1891" title="AfroLatino0766" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0766.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></div>
</div>
<div>
<div>&#8212;-</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0748.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1892" title="AfroLatino0748" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/AfroLatino0748.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></div>
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		<title>Bahia Afro Film Festival</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 13:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendente]]></category>
		<category><![CDATA[BAHIA AFRO FILM FESTIVAL]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Lázaro Faria]]></category>
		<category><![CDATA[produção audiovisual na Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[recôncavo baiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Bahia Afro Film Festival , a cidade de Cachoeira em plena festa

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_1855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/1.jpg"><img class="size-full wp-image-1855" title="Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/1.jpg" alt="" width="389" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O <strong>Bahia Afro Film Festival</strong> tem como objetivo principal divulgar, integrar e promover discussões em torno da produção de cinema e de vídeos, nacionais e internacionais, que possuam como temática central o cidadão <strong>afrodescendente</strong>, com ênfase na diáspora africana, no sincretismo cultural, no humanismo e na preservação de raízes e valores. <strong>Lázaro Faria</strong> Cineasta é o diretor e curador do Festival.</div>
<div>
<div id="attachment_1856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2.jpg"><img class="size-full wp-image-1856" title="magem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O Festival pensa o cinema afrodescendente, que atua à frente ou atrás das câmeras, através da produção industrialou da produção independente de trabalhos audiovisuais.</div>
<div>
<div id="attachment_1857" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/5.jpg"><img class="size-full wp-image-1857" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/5.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">Além de divulgar e agregar a experiência e a produção acadêmica e intelectual comprometidas com o tema, o <strong>BAHIA AFRO FILM FESTIVAL</strong> mantém um acervo audiovisual para mostras e exibições especiais durante todo o ano.</div>
<div>
<div id="attachment_1859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10.jpg"><img class="size-full wp-image-1859" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10.jpg" alt="" width="550" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">A escolha de <strong>Cachoeira</strong>, no <strong>Recôncavo Baiano</strong>, para palco de tão expressivo evento, deve-se ao fato de tratar-se de uma região histórica e que apresenta uma alta concentração de população negra ou de ascendência negra no Brasil, sendo hoje um dos principais destinos do turismo étnico. O BAHIA AFRO FILM FESTIVAL atrai a atenção para a importância do cinema de temática afro, contribuindo positivamente para o processo de profissionalização e de crescimento da <strong>produção audiovisual na Bahia</strong>.</div>
<div>
<div id="attachment_1860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/6.jpg"><img class="size-full wp-image-1860" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/6.jpg" alt="" width="441" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div id="_mcePaste">Focado também em questões fundamentais de formação e integração, o Festival desenvolve, paralelamente, oficinas profissionalizantes e ações de responsabilidade social. Destaque-se a “<strong>Mostra Itinerante</strong>” viabilizada através de Cineclubes, parcerias e convênios com os diversos setores da educação e da cultura em nosso país, que percorrerá escolas e entidades organizadas de cidades do Recôncavo e de outras regiões baianas, bem como cidades do interior e de várias capitais brasileiras.</div>
<div>
<div id="attachment_1861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/M.jpg"><img class="size-full wp-image-1861" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/M.jpg" alt="" width="461" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>O estabelecimento do BAHIA AFRO FILM FESTIVAL em Cachoeira deve-se, entre outros fatores, à constatação de condições favoráveis ao estabelecimento de um “<strong>Pólo Regional de Cinema</strong>”na região do Recôncavo Baiano, que inclusive já conta com o “<strong>Curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo</strong>”. Sem perder de vista que a história de Cachoeira, passada e presente, remete-nos às nossas raízes e ancestralidades.</div>
<div>
<div id="attachment_1862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 471px"><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/G.jpg"><img class="size-full wp-image-1862" title="Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/G.jpg" alt="" width="461" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do catálogo do Bahia Afro Film Festival</p></div>
</div>
<div>Da localização geográfica ao valor histórico, do patrimônio monumental à beleza paisagística, da sensibilidade à receptividade próprias do seu povo, Cachoeira, ao abrigaro BAHIA AFRO FILM FESTIVAL, transformar-se-á num autêntico palco cultural de reflexão, discussão e debate, despertando a atenção e possibilitando que se vivencie um Festival afrocultural democrático, eclético, atraente e único em nosso país.</div>
<div><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/J.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1866" title="J" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/J.jpg" alt="" width="462" height="238" /></a></div>


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		<title>Baixo Sul da Bahia &#8211; Península de Maraú</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Aibim]]></category>
		<category><![CDATA[Barra Grande]]></category>
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		<category><![CDATA[Ilha do Campinho]]></category>
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<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Morere-136.jpg"></a>Localizada entre <strong>Morro de São Paulo</strong> e<strong> Itacaré</strong>, dois paraísos naturais do <strong>sul da Bahia</strong>, a <strong>Península do Maraú </strong>esbanja saúde<strong>. </strong>Entre as suas belezas naturais estão lagoas de água doce, manguezais, matas virgens, coqueirais, piscinas naturais e praias repletas de recifes.</p>
<p>A <strong>Península de Maraú</strong> pertence a <strong>Área de Proteção Ambiental</strong> (APA), um santuário ecológico com grande variedade de ecossistemas costeiros, compreendendo águas interiores, estuários e o vasto Oceano Atlântico, bem como ecossistemas fluviomarinhos e terrestres, com uma diversidade de praias, restingas, recifes coralinos, manguezais, campos naturais e tipos florestais da Mata Atlântica com uma variada fauna e flora.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra_30-044.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1668" title="barra_30 044" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra_30-044.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A beleza da cidade conquistou o escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de &#8220;O Pequeno Príncipe&#8221;, que chegou, inclusive, a manter residência no povoado. A importância de Maraú nos séculos passados se revela, ainda hoje, nos prédios de arquitetura antiga, em estilo português, do século XVIII. Do mirante na cidade alta, descortina-se uma bela vista do estuário de Maraú e da cidade baixa, incluindo a ampla área de feira e as embarcações do atracadouro.</p>
<p>As Praias<br />
<strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra_30-019.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1667" title="barra_30 019" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra_30-019.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Barra Grande</strong></p>
<p>Praia central do povoado de mesmo nome, Barra Grande tem suas belezas distribuídas em 2 km de praias dentro da Baía de Camamu. No local existem dois ancoradouros, um responsável pelo desembarque de turistas, que chegam de <strong>Maraú, Valença</strong> e Morro de São Paulo, e o outro, que recebe os barcos pesqueiros da região. O traço mais marcante do local são as piscinas naturais, que se formam em toda a extensão praia.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03425.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1669" title="DSC03425" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03425.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Estes aquários formados pela natureza apresentam uma beleza singular, sendo excelentes para banhos em família, e para o<strong> mergulho livre</strong>. Com a maré baixa, é possível percorrer de carro uma grande extensão do litoral, chegando bem próximo a Itacaré. Nas noites de verão, as cabanas de praia organizam festas, responsáveis pela animação dos visitantes.</p>
<p><strong>Ilha do Campinho</strong><br />
Dotada de uma boa estrutura, que inclui bares, restaurantes e até pista de pouso para aviões, tem por característica, oferecer boas condições para a prática de esportes náuticos. A paisagem inclui areias bem alvas, margeadas por um cordão de coqueiros e pela vegetação de restinga. Suas águas são mornas e tranqüilas, oferecendo deliciosos banhos a qualquer hora.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra-107.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1670" title="barra 107" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra-107.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Algodões:<br />
Com longos 15 km de extensão, esta bela praia de águas esverdeadas e transparentes é o palco ideal para belos mergulhos. Apesar de apresentar boas condições para banho em qualquer fase da maré, é durante a vazante que surgem inúmeras piscinas naturais, boas para a caça submarina. Ainda durante esse período, em que o mar se apresenta recuado, é possível conhecer inúmeras outras praias da região, desde que a bordo de um veículo motorizado.</p>
<p><strong>Saquaíra</strong><br />
Situada à frente do vilarejo de mesmo nome, esta praia destaca-se pela sua vocação para a prática de esportes náuticos. Durante a vazante da maré, surgem algumas das maiores piscinas naturais da região, perfeitas para a pesca, e para deliciosos momentos em família.</p>
<p><strong>Taipús de Fora é sem dúvida </strong>a menina dos olhos da região. Agora todos vão pra lá.  Sua paisagem é indescritível, com coqueirais, mata atlântica e areias super claras, cortadas por córregos nativos que descem até o mar. O local foi apontado por revistas especializadas, como sendo um dos mais belos de todo o litoral brasileiro.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03181.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1671" title="DSC03181" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03181.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O atributo que garantiu este status são suas piscinas naturais, que durante a maré baixa, surgem promovendo um espetáculo bem colorido. São as maiores em tamanho e biodiversidade entre todas da <strong>Costa do Dendê</strong>, proporcionando ao visitante, mergulhando ou não, momentos &#8220;terapêuticos&#8221; de total comunhão com a natureza.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra-377.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1672" title="barra 377" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/barra-377.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03170.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1673" title="DSC03170" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03170.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03460.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1674" title="DSC03460" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03460.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03182.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1675" title="DSC03182" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03182.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Aibim</strong><br />
Conservando as características da região, com águas calmas e transparentes, o Aibim, com 8 km de extensão, também é bastante procurado para a prática de esportes náuticos, incluindo o mergulho. Na sua porção sul, encontra-se um belo lago e o <strong>Rio Piracanga</strong>, pouco profundo e perfeito para banho.</p>
<p>Três Coqueiros:<br />
Local paradisíaco, marcado por generosos corais e algumas belas falésias, Três Coqueiros, pela proximidade com Barra Grande, possui também uma boa infra-estrutura, que inclui até uma pista de pouso. Durante a vazante da maré, com veículo motorizado, o visitante pode chegar até bem próximo a Itacaré, e conhecer um trecho do belo Rio de Contas. Este mesmo trajeto, no entanto, não é indicado durante a maré alta, mesmo com tração 4&#215;4.</p>
<p>Ponta do Mutá -  Ótima para o banho, esta praia de águas transparentes tem, como principais traços, algumas grandes rochas que afloram na superfície da água, além de uma vegetação diversificada, que mescla restingas, coqueiros e Mata Atlântica nativa.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03316.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1676" title="DSC03316" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03316.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03321.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1677" title="DSC03321" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03321.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Mais exuberância<br />
Existe também uma pequena vila de pescadores, a<strong> Ilha do Sapinho </strong>desenha uma bela paisagem de manguezal no mar de águas cristalinas. Do alto da passarela, tem-se uma visão completa do extenso manguezal.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03226-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1678" title="DSC03226-1" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC03226-1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Na ilha, o visitante pode apanhar as mais diversas frutas diretamente do pé: manga, carambola, cacau, caju, jenipapo, araçá, entre outras. O almoço é imperdível. Frutos do mar é o ponto forte. Nos cativeiros dos restaurantes, o visitante pode escolher seu futuro prato ainda vivo &#8211; lagostas, caranguejos e gaiamuns &#8211; e a forma de preparo.</p>
<p>Após aproveitar as iguarias culinárias de Sapinho, a pedida é atravessar de barco os 200 m que a separam da Ilha do Goió e relaxar à sombra das árvores que enfeitam a paisagem da ilhota formada por manguezal e com uma estreita faixa de areia branca e fina, enfeitada por conchas. De quebra, um banho no marzão de águas tranqüilas.</p>


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		<title>Yemanjá &#8211; A Rainha do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Abeokutá]]></category>
		<category><![CDATA[afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[cultura baiana]]></category>
		<category><![CDATA[Odoya]]></category>
		<category><![CDATA[Okerê]]></category>
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		<category><![CDATA[Rainha das Águas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001682.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="DSC00168" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001682.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Estima-se que cerca de 400 mil pessoas acompanhe os festejos de homenagem a <strong>Yemanjá </strong> no bairro do <strong>Rio Vermelho</strong>, em <strong>Salvador</strong>, na <strong>Bahia</strong>, nesta terça-feira, dia <strong>02 de fevereiro</strong> de 2010! Odoya!</p>
<p>A tradição da festa na cidade de Salvador em homenagem a Yemanjá teve início no ano de 1923, quando um grupo de 25 pescadores resolveu oferecer presentes para a mãe  das águas. Nesta época os peixes estavam escassos no mar. Todos os anos  os pescadores pedem a Yemanjá que lhes dê fartura de peixes e um mar  tranquilo.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00159.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1759" title="DSC00159" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00159.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>No início, a celebração era feita em conjunto com a Igreja  Católica, numa demonstração do sincretismo religioso da Bahia. Na década  de 1960, na capital baiana, um padre teria ofendido os pescadores, chamando-os de  ignorantes por cultuarem uma sereia. O ocorrido provocou um rompimento  com a igreja e a partir daí os pescadores passaram a realizar a festa  apenas em homenagem a Yemanjá.</p>
<p>A igreja de Santana, em Salvador, estado da Bahia fica fechada no dia 2  de fevereiro durante toda a festa.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09037.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1309" title="DSC09037" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09037.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Heis aqui uma das interpretações  de estudiosos sobre a história da <strong>Rainha das Águas</strong>, <strong>Yemanjá</strong>, extraido de um texto de <strong>Pierre Verger</strong>, para que possamos entender melhor sobre a sua importância dentro da <strong>religião afro-brasileira </strong>e da<strong> cultura baiana</strong>.<br />
Conta à tradição dos povos <strong>iorubás</strong> (atual Nigéria), que Iemanjá era a filha de<strong> Olokum</strong>, deus do mar. Em <strong>Ifé</strong>, tornou-se a esposa de Olofin-Odudua, com o qual teve dez filhos, todos orixás. De tanto amamentar seus filhos, os seios de Yemanjá tornaram-se imensos. Cansada da sua estadia em Ifé, Yemanjá fugiu na direção do “entardecer-da-terra”, como os iorubas designam o Oeste, chegando a <strong>Abeokutá</strong>.<br />
Yemanjá continuava muito bonita, Okerê a propôs casamento. Tendo Yemanjá aceitado, mas com a condição que ele numca ridicularizasse a imensidão dos seus seios. Um dia, ao voltar para casa bêbado, Okerê cambaleante, tropeçou em Yemanjá, que lhe insultou, chamando-o de bêbado. Okerê reagio: &#8220;Você, com esses peitos compridos e balançantes!&#8221;</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00183.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1760" title="DSC00183" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00183.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Ofendida, Yemanjá fugiu. Okerê colocou seus guerreiros em perseguição e Yemanjá, vendo-se cercada, lembrou que tinha recebido de <strong>Olokum</strong> uma garrafa, com a recomendação que só abrisse em caso de necessidade.</p>
<p>Yemanjá tropeçou e esta quebrou-se, nascendo um rio de águas tumultuadas, que levaram Yemanjá em direção ao oceano, residência de Olokum. Okerê, tentou impedir a fuga de sua mulher e se transformou numa colina. Yemanjá, vendo bloqueado seu caminho, chamou Xangô, o mais poderoso dos seus filhos, que lançou um raio sobre a colina Okerê, que abriu-se em duas, dando passagem para Yemanjá, que foi para o mar, ao encontro de Olokum.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00220.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1761" title="DSC00220" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00220.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>As descrições são variadas, mas há um predomínio de que a Yemanjá usava roupas cobertas de pérola, tem filhos no mundo inteiro e está em todo lugar onde chega o mar. Seus filhos fazem oferendas para acalmá-la e agradá-la. Yemanjá, <strong>Odô Iyá</strong> (rainha das águas), nunca mais voltou para a terra.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09056.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1311" title="DSC09056" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09056.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Ainda existe, na <strong>Nigéria</strong>, uma colina dividida em duas, de nome <strong>Okerê</strong>, que dá passagem ao <strong>rio Ogun</strong>, que correr para o oceano. Sendo um local de grande visitação.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00326.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1762" title="DSC00326" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC00326.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Presentes</p>
<p>Existe uma superstição sobre os presentes dados a Iemanjá que não afundam, indo parar na areia da praia. Segundo ela, Iemanjá não gostou do presente e o teria devolvido, causando grande frustração aos devotos. Em geral, presentes feitos com materiais leves ou ocos costumam não afundar. Nem mesmo o presente principal, feito pelos pescadores, está livre deste infortúnio. Algumas vezes foi preciso amarrá-lo a algo pesado para que pudesse afundar.<br />
<a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09065.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1312" title="DSC09065" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09065.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>O presente principal é preparado para ser oferecido à Yemanjá. Sob ele vão as oferendas preparadas pela ialorixá responsável pelo comando da festa. Estas oferendas, cujos preparativos são cercados de rituais e fundamentos sagrados e secretos, demoram sete dias para ficar prontas.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001502.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1763" title="DSC00150" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC001502.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Dentre os presentes oferecidos a Yemanjá no dia 2 de fevereiro podemos listar os seguintes: flores, perfumes, espelhos, enfeites diversos como anéis, colares, fitas, brincos, pentes, bijuterias, jóias, relógios, maquiagens e ainda bonecas, velas, bebidas e comidas tais como manjar, fava cozida com camarão, cebola e azeite doce, champanhe dentre outros.<br />
<a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09083.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1313" title="DSC09083" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09083.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a> Nas ruas do<strong> Rio Vermelho</strong> desfilam grupos de samba de roda e ijexá, capoeira, blocos afros, grupos fantasiados, fanfarras dentre outros. Alguns destes grupos desfilam exclusivamente na <strong>Festa do Rio Vermelho</strong>, numa prova da devoção do povo baiano.</p>
<p>A escultura de Yemanjá localizada em frente à <strong>Casa do Peso</strong> foi confeccionada por <strong>Manoel Bonfim</strong> em 1970. Trata-se de uma escultura de uma sereia feita de gesso, assentada sobre pedestal de concreto revestido com apliques variados, conchas e pedras portuguesas. É de propriedade da <strong>Colônia de Pesca</strong>.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09101.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1314" title="DSC09101" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09101.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Existe atualmente uma preocupação por parte de ambientalistas alertando sobre os presentes jogados no mar que não se decompõem. Muitos animais marinhos morrem ao ingerir esses presentes.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09110.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1315" title="DSC09110" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC09110.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Os pescadores que organizam o dois de fevereiro estão começando a se preocupar mais com o aspecto ecológico que envolve a festa.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC003952.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1764" title="DSC00395" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC003952.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>


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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 21:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Camisa de Vênus</strong> (grupo de rock baiano) reestréia nova turnê nacional, a partir de Salvador, amanhã às 22h, no Caís Dourado (Comércio). Novidade: a entrada de <strong>Eduardo Scott</strong> no vocal, lugar antes ocupado por <strong>Marcelo Nova</strong>. No repertório do show, apanhado de 25 sucessos do grupo ao longo dos anos de estrada. Após o carnaval, sai em excursão nacional em dobradinha com o Raimundos. No roteiro, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Espírito Santo, Recife entre outras. Camisa de Vênus hoje tem a seguinte formação: Robério Santana (baixo), Karl Hummel (guitarra base), Gustavo Mullen (guitarra solo) e Eduardo Scott</p>
<p>Marcelo Nova, ausente temporariamente, na comemorativa turnê  de 30 anos do Camisa, acha nostalgico&#8221;pura nostalgia&#8221; o fato de tocar músicas dos anos 80&#8243; e elogia o seu substituto Eduardo Scott, que foi vocalista do <strong>Gonorréia</strong>, banda que teve pouco mais de um ano de duração, mas que fez bastante sucesso na época.</p>
<p>Não é dificil imaginar a tarefa árdua que scott terá ao se tornar vocalista do Camisa de vênus nesta turnê, mas a familiaridade com toda certeza o deixará bem a vontade, uma vez que todos são amigos de longas daras, de uma época em que o &#8220;<strong>Axé Babá</strong>&#8221; segundo Marcelo Nova , era coisa de Armandinho&#8230;mas essa é outra história da comunicade musical baiana.</p>
<p>O repertório inicial desta turnê terá 25 canções , sendo 23 tiradas dos três primeiros álbuns do Camisa  e algumas do Gonorréia.</p>
<p>Saiba mais sobre o Camisa de Vênus</p>
<p>Foi criada em Salvador quando Marcelo Nova (vocal), Robério Santana (Baixo), Karl Franz Hummel (guitarra base), Gustavo Mullen (Guitarra solo) e Aldo Machado (Bateria) se reuniram em 1980. A primeira apresentação foi em maio de 1982, em Salvador, e o lançamento do primeiro compacto, Meu Primo Zé e Controle total, aconteceu no mesmo ano. O primeiro álbum, Camisa de Vênus, foi lançado em 1983 pela Som Livre.</p>
<p>Em 1983 o Camisa de Venus se muda para São Paulo e assinam contrato com a Som Livre. O nome da banda era considerado &#8220;indecente&#8221; por muitos, sendo assim a divulgação em rádio e televisão seria inviavel. Diretores da Som Livre chamaram os membros da banda para uma reunião e sugeriram a mudança do nome da banda, Marcelo nova disse que mudaria o nome sim, e sugeriu que o novo nome da banda fosse &#8220;capa de pica&#8217;.O Camisa de Vênus foi expulso da gravadora após essa reunião. A gravadora também retirou o disco de catálogo e, por mais de um ano, a banda ficou sem gravadora. Em 1985, assinaram com a RGE, que relançou o primeiro disco da banda. Ainda em 1985, foi lançado Batalhões de estranhos, nesse disco o Camisa divulga o single Eu não matei Joanna d&#8217;Arc.</p>
<p>A banda lotava ginásios em todo o país e em Santos, litoral de São Paulo, gravaram o disco ao vivo, Viva, no Clube Caiçara, de 1986, o disco foi basicamente o registro de um show do Camisa, foi um marco na historia do rock nacional, o primeiro Ao Vivo realmente ao vivo, com microfonia, ecos e muitos palavroes. O disco fez muito sucesso, mas logo foi retirado das lojas pela censura. Ainda em 1986 assinaram um novo contrato com a WEA e lançaram o álbum Correndo O Risco, do qual Só o fim se tornou um hit. Neste mesmo disco o Camisa, uma banda de origem punk, convida uma orquestra para participar da canção &#8221; A ferro e fogo&#8221;, algo completamente inusitado.</p>
<p>Em outubro de 1987 foi lançado o álbum duplo Duplo Sentido. Esse álbum conta com a participação especial de Raul Seixas, na música &#8220;Muita estrela pouca constelação&#8221; que retrata o cenário musical da época. Em novembro, Marcelo Nova deixou a banda, para investir em sua carreira solo. O Camisa de Vênus encerra suas atividades. Em 1995, o Camisa voltou a se apresentar com uma formação diferente, que lançou o último álbum, Quem é você?.</p>
<p>Após o fim da banda em 1998, o Camisa voltou a se reunir em algumas ocasiões.Em 2004, com a participação da banda no Festival de Verão de Salvador, onde a banda gravou o seu primeiro DVD, em 2007 com alguns shows pelo Brasil, e agora em 2009, a banda anuncia a volta oficial, porém, não contam com a presença do vocalista Marcelo Nova e nem do baterista original Aldo Machado. Ambos foram substituidos por Eduardo Scott (ex-Gonorréia) nas vozes, e Louis Bear na bateria.<br />
Discografia</p>
<p>* 1982 &#8211; Controle Total (compacto)<br />
* 1983 &#8211; Camisa de Vênus<br />
* 1984 &#8211; Batalhões de Estranhos<br />
* 1986 &#8211; Viva &#8211; Ao Vivo<br />
* 1986 &#8211; Correndo o Risco<br />
* 1987 &#8211; Duplo Sentido<br />
* 1988 &#8211; Liberou Geral<br />
* 1990 &#8211; Bota pra Fudê<br />
* 1995 &#8211; Plugado! (ao vivo)<br />
* 1996 &#8211; Quem É Você?</p>
<p>Videografia</p>
<p>* 2004 &#8211; Camisa de Vênus Ao Vivo no Festival de Verão de Salvador</p>
<p>Gustavo Mullen ja concorreu 3 vezes ao titulo de melhor guitarrista do Brasil pela revista Bizz.</p>
<p>Integrantes<br />
Eduardo Scott<br />
Karl Hummel<br />
Gustavo Mullen<br />
Robério Santana<br />
Louis Bear<br />
Ex-integrantes<br />
Marcelo Nova<br />
Aldo Machado<br />
Luiz Sérgio Carlini<br />
Franklin Paolilli<br />
Carlos Alberto Calazans<br />
Johnny Boy<br />
Lu Stopa</p>
<p>Wikipédia, a enciclopédia livre</p>
<p>Serviço</p>
<p>Camisa de Vênus , 29 de janeiro, às 22h, no Caís Dourado (Comércio).</p>


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		<title>Guitarra baiana</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Armandinho]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval da Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Dodô e Osmar]]></category>
		<category><![CDATA[Elifas Santana]]></category>
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<p><strong>Guitarra baiana</strong> é um instrumento elétrico, de quatro ou cinco cordas, criado originalmente para execução em <strong>trio elétrico</strong> no <strong>Carnaval da Bahia</strong>. Parente próximo do <strong>bandolim elétrico</strong>, representa um híbrido entre um cavaquinho e um bandolim, utilizando o calibre de cordas e a escala do primeiro e a afinação (Sól-Ré-Lá-Mi) do segundo. Inicialmente chamado de cavaquinho elétrico ou <strong>pau elétrico</strong>, foi rebatizado como guitarra baiana no final dos anos 70.</p>
<p>A dupla &#8220;<strong>Dodô e Osmar</strong>&#8221; (Adolfo Dodô Nascimento e Osmar Álvares Macêdo), ambos de Salvador, teve a idéia de construir um novo instrumento a partir de uma apresentação, na capital baiana, do músico <strong>Benedito Chaves</strong> &#8211; que utilizava um captador acoplado a um violão tradicional de caixa acústica oca equipada com um captador.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-134.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1209" title="ARMANDO 134" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-134.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><br />
Dodô, técnico em eletrônica, junto ao amigo, fez vários testes com madeira e posicionando o amplificador sob as cordas, conseguiu evitar a microfonia que verificaram ocorrer na apresentação que tinham assistidos.</p>
<p>O protótipo criado por Dodô e Osmar no início da década de 1940 ficou conhecido como pau elétrico ou cavaquinho elétrico. A guitarra baiana pode reivindicar uma origem particular e distinta na linha dos instrumentos elétricos &#8216;pré-históricos&#8217; de corpo sólido. Seu nascimento remete aos anos 1940 no Brasil, onde aparentemente evoluiu em insolação de esforços contemporâneos de construtores de guitarras nos Estados Unidos, como Les Paul ou Leo Fender.</p>
<p><a href="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-099.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1210" title="ARMANDO 099" src="http://www.culturabaiana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ARMANDO-099.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Em 1931, approximadamente uma década antes, o americano George Beauchamp (co-fundador das companhias National Stringed Instrument Corporation e Rickenbacker) havia criado a &#8220;frying pan&#8221;, a primeira guitarra elétrica de corpo sólido. Sem conhecer o trabalho de Beauchamp, Dodô e Osmar desenvolveram o mesmo princípio, e o aplicavam ao bandolim assim como ao violão. Em 1950, Dodô e Osmar se apresentaram nos dias de carnaval, sobre um Ford 1929, transformando ele em palco, dando origem o fenômeno do trio elétrico no Carnaval da Bahia.<br />
Com suas quatro cordas originais, a guitarra baiana é afinada como o bandolim ou o violino &#8211; sol, ré, lá e mi (do grave para o agudo).<br />
O músico baiano e virtuoso da guitarra baiana e do bandolim, <strong>Armandinho</strong>, filho de Osmar Macêdo, sentindo necessidade de obter um som mais grave, adicionou ao instrumento uma quinta corda, com afinação em dó.</p>
<p>Na década de 1990, o luthier sergipano <strong>Elifas Santana</strong>, responsável pela criação das guitarras baianas de Armandinho e de <strong>Luiz Caldas</strong>, adaptou um sistema de ponte flutuante (Floyd Rose) nestes instrumentos.<br />
fonte Wikipédia; http://pt.guitarra-baiana.com/</p>


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		<title>Afropopbrasileiro, um Movimento Cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[do Recôncavo]]></category>
		<category><![CDATA[Elba Ramalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Moraes Moreira]]></category>
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		<category><![CDATA[recôncavo baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Fernandes]]></category>

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<p><strong>Margareth Menezes</strong>, a <strong>Maga</strong>, sempre comprometida com a cultura, com a musicalidade da terra baiana. Mais uma vez comanda o Movimento <strong>Afropopbrasileiro</strong> um movimento cultural que reúne música, exposição, poesia e teatro de  pura cultura baiana. É o que tem acontecido as quintas-feiras no Cais Dourado, e nesta semana,  28 de janeiro  e 04 de fevereiro sob as bençãos de <strong>Iemanjá</strong>. O <strong>AfroPop- Brasileiro</strong> estará nas ruas durante a <strong>festa momesca</strong> no domingo, segunda  e na terça-feira de carnaval.</p>
<p>Haverá participações do Muzenza e  do mini-trio itinerante do músico Ivan Huol. Nesta quinta-feira (28), Margareth se apresentará juntamente com <strong>Elba Ramalho, Moraes Moreira</strong> e <strong>Saulo Fernandes </strong>. Para estimular o movimento cultural do evento 750 convites serão distribuídos gratuitamente para jovens de ONGs de Salvador.</p>
<p>Com uma &#8220;magaprodução&#8221; visual , usando uma saia confeccionada com folhas de bananeiras, que na verdade é uma tradição cultural <strong>Nego Fugido, de Santo amaro, Recôncavo Baiano</strong>.</p>


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		<title>Margareth Menezes &#8211; Maga</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Carnaval da Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Canto Pra Subir]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Autora de momentos marcantes para a música popular brasileira e baiana, <strong>Margareth Menezes</strong>, nos seus 22 anos de carreira, popular pela potente voz, viajou à todos os continentes, contabilizando 20 turnês mundiais e 12 álbuns lançados. Fundou os blocos carnavalescos &#8220;<strong>Mascarados</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Afropopbrasileiro</strong>&#8220;, que saem as ruas no <strong>Circuito Dodô</strong>, durante o Carnaval.</p>
<p>Os álbuns <strong>Elegibô</strong> e Kindala alcançaram, respectivamente, a 1° e 2° posição da Billboard World Albums. Margareth foi destaques nos principais jornais do mundo chegando ilustrar as capas do The New York Times, Le Monde, Washington Post, Players, Jornal do Brasil entre outros. O jornal americanos Los Angeles Times disse que Menezes é a &#8220;Aretha Franklin Brasileira&#8221;.</p>
<p>Nascida em Boa Viagem, uma região pobre de Salvador, Margareth começou a cantar no coral da Igreja da Congregação Mariana da Boa Viagem. Aos quinze anos de idade, apendeu a tocar violão. Em 1980, aos dezoito anos de idade, conheceu e iniciou parceria com o música e compositor Silas Henrique. Nesse mesmo ano, deu início à carreira de atriz ao se apresentar na peça Ser ou não ser gente, no Teatro Vila Velha, em Salvador. No ano seguinte, 1981, estreou a peça &#8220;Máscaras&#8221;, de Menotti Del Picchia, com direção de Reinaldo Nunes. Em 1982, estreia a peça &#8220;Inspetor Geral&#8221;, de Nicolai Gogol, teatrólogo russo, sob a direção de Paulo Conde, com a participação do Grupo Troca de Segredo em Geral, que ficou um ano em cartaz.</p>
<p>No ano seguinte, participa da fundação do espaço cultural &#8220;Circo Troca de Segredos&#8221;, onde realiza diversas peças infantil e adultas. Aos vinte um anos de idade começou a se apresentar em bares dando início à carreira de cantora, mas sem abandonar a sua carreira de atriz. Se apresenta no Circo Troca de Segredos, onde foi ovacionada, pela primeira vez, por um público de 1.500 pessoas. Depois disso, passou a fazer shows em Centros Sociais Urbanos, acompanhada por Silas Henrique.</p>
<p>Em 1984, participou da elaboração e idealização da pela &#8220;O Menino Maluquinho&#8221;, de Ziraldo. Margareth ficou responsável por fazer a parte técnica vocal e operação de som. Conciliando as carreiras na música e no teatro, apresentou-se em São Paulo na peça &#8220;Colagens e Bobagens&#8221; em 1985. Nesse mesmo ano, produziu e dirigiu, ao lado de Silas Henrique, &#8220;Banho de Luz&#8221;, seu primeiro show solo, que lhe rendeu o Troféu Caymmi de &#8220;Melhor Intérprete&#8221;.</p>
<p>Com o sucesso, começou a se apresentar em outras cidades do interior da Bahia. No ano seguinte, apresentou-se pelo &#8220;Projeto Pixinguinha&#8221;, no Teatro Castro Alves. Nessa época, começou a participar de blocos carnavalescos e de outros projetos voltados à música.</p>
<p>Depois de algum tempo, em 1987, participa como vocalista principal do Bloco &#8220;20 Vê&#8221;. No mesmo ano, se apresenta pelo &#8220;Projeto Astral&#8221;, em Salvador, para cerca de 5.000 pessoas, juntamente com Geraldo Azevedo, Gerônimo e outros. Nesse mesmo ano, Djalma Oliveira, chama Margareth para fazer uma participação especial em seu álbum, onde interpretaram o primeiro samba-reggae gravado no Brasil, &#8220;Faraó Divindade do Egito&#8221;.</p>
<p>Seu show, &#8220;Beijo de Flor&#8221;, onde estreiou no <strong>Teatro Castro Alves</strong>, foi aclamado pela crítica, imprensa e pelo público, recebendo, dessa forma, o &#8220;Troféu Caymmi&#8221; como &#8220;Melhor Show do Ano&#8221;. Margareth, então, é convidada à participar do &#8220;VII Festival de Música do Caribe&#8221;, que aconteceu em Cartagena, na Colômbia, juntamente com Pepeu Gomes, onde representaram, juntos, o Brasil. Os dois foram eleitos os melhores do festival.</p>
<p>Como cantora do bloco &#8220;Simpatia Quase Amor&#8221;, suas músicas têm, pela primeira vez, divulgação nacional e, no ano seguinte, apresenta-se em Buenos Aires.</p>
<p>1988 &#8211; 1990: Margareth Menezes, <strong>Um Canto Pra Subir</strong> e 1° Turnê Mundial</p>
<p>Em 1988, Menezes assina um contrato com a PolyGram do Brasil, e lança seu primeiro álbum, no formato de disco de vinil, em novembro. Nesse mesmo ano, recebe o &#8220;Troféu Imprensa&#8221; de &#8220;Melhor Cantora de Disco&#8221;.</p>
<p>Em 1989 grava seu segundo disco: Um Canto Pra Subir, nos estúdios da WR, em Salvador, e PolyGram, no Rio de Janeiro. Se apresenta em vários shows com Gilberto Gil e Dominguinhos, com o projeto &#8220;Basf Chrome Music&#8221;.</p>
<p>A gravadora Mango/Island Records, contrata, em 1990, Margareth Menezes e lança seu trabalho nos Estados Unidos, onde apresentou certa regularidade. Foi então, que David Byrne, líder do grupo Talking Heads, convida Margareth para fazer o show de abertura de sua turnê mundial.</p>
<p>1990: Elegibô e o Sucesso Mundial</p>
<p>A gravadora inglesa Polydor Records contrata Menezes e, lança o disco &#8220;Elegibô&#8221; na Europa, onde recebe críticas de destaque em toda a imprensa mundial. O álbum foi lançado nos Estados Unidos pela Island Records, e alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso da World Music no país, segundo a revista Billboard. O álbum recebeu três estrelas no site da All Music Guide. Na Inglaterra, Margareth Menezes grava o videoclipe do single &#8220;Tenda de Amor&#8221;, de composição de Carlos Pita, para divulgação do álbum.</p>
<p>Faz seu primeiro show solo em Nova Iorque, onde foi, mais uma vez, ovacionada pelo público e pela crítica. Margareth Menzes se apresentou ao lado de Marisa Monte, Carlinhos Brown, Jimmy Cliff entre outros. Fez turnês em todo o mundo, destacando, Estados Unidos, Canadá, França, Itália e Bélgica, onde foi e é muito vem recebida pelo público e crítica.</p>
<p>Nesse mesmo ano, Margareth gravou a canção &#8220;Um Canto Para Subir&#8221;, composto por Vevé Calazans e Walter Queiróz, e &#8220;Abra a Boca e Feche os Olhos&#8221;, de Gerônimo, nos Estados Unidos, sob a produção de David Byrne. Apresentou-se no Rio de Janeiro, no projeto &#8220;Cantoras dos anos 1990&#8243;. Participou, também no Rio de Janeiro, do Hollywood Rock, onde substituiu Gilberto Gil e, foi a primeira artista brasileira, a ser entrevista pela MTV Brasil, onde, foi utilizado imagens da MTV Mundial.</p>
<p>Além disso, o diretor Zalman King, convidou a cantora para fazer parte da trilha sonora do filme &#8220;Orquídea Selvagem&#8221;, estrelado por Jaqueline Bisset e Mickey Rouke. Para o programa &#8220;Fantástico&#8221;, da Rede Globo, Margareth gravou o videoclipe de &#8220;Ifa, Um Canto Para Subir&#8221;. É quando retorna à turnê com David, na América do Sul, América Central, sul dos Estados Unidos, Finlândia e União Soviética.</p>
<p>Ainda no ano de 1990, Margareth faz show de lançamento do álbum Um Canto Para Subir, com a participação da banda baiana Olodum. Enquanto isso, Elegibô é lançado no Japão.</p>
<p>1991 &#8211; 1993: Kindala e Luz Dourada</p>
<p>Elegibô é considerado um dos cinco melhores de &#8220;World Music&#8221; do mundo pela revista Rolling Stones. E é nesse ritmo que ela lança Kindala, seu terceiro álbum de estúdio.</p>
<p>A rádio italiana Televisione Della Svizzera, convidou Margareth para ir à Suíça se apresentar no programa &#8220;Tombola&#8221;, transmitido ao vivo para a Suíça e Itália. É então, que o presidente da PolyGram de Portugal, convida Menezes para divulgar seus discos nas rádios, revistas e programas de televisão em Lisboa. Ao lado de Milton Nascimento e Gilberto Gil, Margareth é capa da &#8220;The Beat&#8221;.</p>
<p>De volta à São Paulo, inicia sua turnê Kindala, com grande show no Palace, dirigido por Elba Ramalho e da própria Margareth Menezes. No ano seguinte, ela leva a turnê de Kindala aos Estados Unidos, Europa e ao Japão. E retorna ao Brasil, no mesmo ano, onde continuou a fazer shows por algumas cidades.</p>
<p>No ano seguinte, 1993, chega à lojas do Brasil, pela PolyGram, o disco Luz Dourada e, novamente, Margareth entra em turnê internacional, a 6° de sua carreira. A turnê de &#8220;Luz Dourada&#8221;, passou pela Inglaterra, Itália e Argentina, e era um show acústico, onde havia apenas a violão e percussão.</p>
<p>1994 &#8211; 1996: Gente de Festa e MM Produções Artísticas</p>
<p>No ano seguinte, o contrato com a PolyGram chega ao fim, mesmo assim, Margareth continua realizando shows pelo Brasil, além de realizar apresentações durante o carnaval, em seu trio elétrico. Em 1995, assina um contrato com a gravadora Warner Continental do Brasil.</p>
<p>E é através dessa, que Gente de Festa é lançado. E junto dela, Margareth funda a sua própria produtora, a &#8220;MM Produções Artísticas&#8221;, que passa a realizar seus eventos. Menezes leva, mais uma vez, a turnê de seu álbum para a Europa. Volta ao Brasil e participa do Carnaval com seu trio, projetado por Bel Borba, artísta plástico.</p>
<p>Todos os anos, a cantora se apresenta em seu próprio trio elétrico, além de comandar outros inúmeros blocos, como o &#8220;Bloco da Cidade&#8221;, idealizado pela Prefeitura de Salvador em homenagem ao artista Jorge Amado, que, junto com Caetano Veloso e Gilberto Gil, marcaram o grande momento do Carnaval de 1996.</p>
<p>1997 e 2000: Maga Afropopbrasileira</p>
<p>Em 1997, Margareth se apresenta no &#8220;Bahia com H&#8221;, que recebeu várias artistas nacionais e regionais. Jimmy Page e Rom Wood, vieram prestigiar a apresentado de Margareth Menezes.</p>
<p>Ainda nesse ano, Margareth se apresenta na &#8220;Ópera Lídia de Oxum&#8221;, um evento ao ar livre que teve a participação de 20 mil pessoa. O evento foi dirigido por Ildásio Tavares, um poeta, autor e letrista.</p>
<p>Ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Lazzo, Carlinhos Brown, Gal Costa, Asa de Águia, Armandinho, Pepeu Gomes, Daniela Mercury, Didá Banda Femenina, Araketu, Banda Eva, Cheiro de Amor, Ilê Ayê e Vírginia Rodrigues, Margareth Menezes lança a coletânia &#8220;Tropicália &#8211; 30 anos&#8221;, onde interpretou &#8220;Domingo no Parque&#8221;, de Gilberto Gil. Inicia mais uma turnê internacional, onde se apresentou em 10 países da Europa, além dos Estados Unidos.</p>
<p>Em 1998, produz e se apresenta no &#8220;Noites MPB&#8221;, uma série de shows de artistas nacionais. no mesmo ano, viaja para a Europa, para a sua 10° turnê internacional, onde se apresentou em 12 países.</p>
<p>2000 &#8211; 2007: Tete a Tete Margareth, Pra Você e Homenagem ao Samba-Reggae</p>
<p>Em 2000, Gilberto Gil a convidou para participar do Festival de percussão &#8220;Percpan&#8221;, no qual cantaram, pela primeira vez, Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Margareth Menezes. Dois anos depois, Margareth lança o álbum &#8220;Maga Afropopbrasileiro&#8221;, pela Universal Music. O álbum foi produzido por Carlinhos Brown e Alê Siqueira, e dele, saiu o single &#8220;Dandalunda&#8221;, canção composta por Brown que foi considerada a melhor música do carnaval.</p>
<p>Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, os Tribalistas, convidaram Menezes para participar de seu álbum, onde ela interpretou, junto com eles, &#8220;Passe em Casa&#8221;. Dois anos depois, Menezes participa da coletânea &#8220;Do Lundu ao Aé &#8211; 100 Anos de Música Baiana&#8221;, ao lado de <strong>Edil Pacheco, Paulinho Boca de Cantor, Roberto Mendes, Gilberto Gil, Armandinho, Carlinhos Brown, Silvinha Torres, Gerônimo, Nélson Rufino, Lazzo, Moraes Moreira e Virgínia Rodrigues</strong>. Margareth participou de um documentário sobre o samba, &#8220;Moro no Brasil&#8221;, do cineasta finlandês radicado no Brasil, Mika Kaurismaki.</p>
<p>Em 2002, Margareth embarca para Timor-Leste para participar de um festival em comemoração à independência do país, realizada em 20 de Maio. O evento contou também com a participação de Martinho da Vila, Fafá de Belém e Elza Soares. Depois de ser jurada do &#8220;Prêmio Sharp&#8221;, Margareth começa a gravar e produzir seu terceiro álbum, também pela PolyGram do Brasil, com a produção de Nestor Madrid.</p>
<p>Aproveitando sua experiência, e a fim de driblar os obscuros interesses da indústria fonográfica no Brasil, fabricando sucessos e descartando-os, Margareth experimenta um período em que, apesar do sucesso internacional, não atinge o grande público. Sua apresentações na Bahia continuam tendo grande resposta de público e, finalmente, volta a explodir com força nacional em 2003, consagrando-se com um selo próprio.</p>
<p>Em 2003, Margareth relizou um show que contou com a presença de Alcione, Elba Ramalho, Ivete sangalo e Sandra de Sá no Canecão, no Rio de Janeiro. Além disso, ela apresentou um show chamado &#8220;Margareth Menezes Convida&#8221;, no &#8220;Centro Cultural da Rocinha&#8221;.</p>
<p>Neste mesmo ano, ganhou o troféu &#8220;Dodô e Osmar&#8221; por sua apresentação na folia baiana, &#8220;Melhor Música&#8221;, por &#8220;Dandalunda&#8221;, e de &#8220;Melhor Cantora do Carnaval Baiano&#8221;. Depois disso, é lançado no exterior uma caixa com 5 álbuns, We Are the World of Carnival: We Are Bahia, contendo 20 anos de axé music. Deste, Margareth participou cantando &#8220;Elegibô&#8221;.</p>
<p>Em apresentação no Teatro Castro Alves, Margareth grava seu primeiro DVD ao vivo. Nele, ela recebe Marisa Monte, Carlinhos Brown e Toni Garrido, entre outros, que interepretaram canções que marcaram a carreira de Menezes. O DVD gerou um CD, Tete A Tete Margareth, álbum onde interpreta &#8220;Toté de Maianga&#8221;. O álbum recebeu 4 estrelas de 5 da revista IstoÉ. O DVD foi gravado pela Rede Globo, com o qual recebe o prêmio DVD de Ouro.</p>
<p>Ainda em 2004, Menezes se apresenta nos Estados Unidos, onde reebeu críticas favoráveis do Jornal Los Angeles Times, pelo seu show &#8220;Noite Brasileira&#8221; no Hollywood Bowl. O Los Angeles Times, considera Margareth Menezes a &#8220;Aretha Franklin brasileira&#8221;.</p>
<p>Em 2005, a canção &#8220;Dandalunda&#8221;, alcançou o 4° lugar, segundo a ECAD, como uma das mais executadas e shows. Neste ano, Margareth Menezes lança &#8220;Margareth Menezes Pra Você&#8221; no Canecão. Dois anos depois, Margareth Menezes lançada Brasileira Ao Vivo: Uma Homenagem ao Samba-Reggae, gravada no Teatro Castro Alves. O álbum rendeu à Menezes um Prêmio Tim de Música como &#8220;Melhor Cantora Feminina de Música Regional&#8221;.</p>
<p>2008 &#8211; Naturalmente</p>
<p>Naturalmente, foi lançado em 2008, e recebeu críticas muito positivas.</p>
<p>Discografia</p>
<p>Álbuns de Estúdio</p>
<p>* 1988: Margareth Menezes<br />
* 1989: Um Canto Pra Subir<br />
* 1991: Kindala<br />
* 1993: Luz Dourada<br />
* 1995: Gente de Festa<br />
* 2001: Afropopbrasileiro<br />
* 2005: Pra Você<br />
* 2008: Naturalmente</p>
<p>Coletâneas</p>
<p>* 1989: Elegibô</p>
<p>Álbuns Ao Vivo</p>
<p>* 2003: Tete A Tete Margareth<br />
* 2004: Festival de Verão de Salvador<br />
* 2007: Brasileira Ao Vivo: Uma Homenagem Ao Samba-Reggae</p>
<p>Outros Álbuns</p>
<p>* 1998: Disco Autoral</p>


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		<title>Ilê Axé Opô Afonjá</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosilda Oliveira</dc:creator>
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<p>A história do Terreiro do Axé Opô Afonjá ou  Terreiro de Candomblé do Axé Opô Afonjá ou ainda <strong> Ilê Axé Opô Afonjá</strong>,  assim como a do <strong>Terreiro do Gantois</strong>, está intimamente vinculada ao Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho. Este é o terreiro mais antigo de que se tem notícia e o que, segundo vários autores, serviu de modelo para todos os outros, de todas as nações.</p>
<p>Um grupo dissidente do <strong>Terreiro da Casa Branca</strong>, comandado por <strong>Eugênia Anna dos Santos</strong>, fundou, em 1910, numa roça adquirida no bairro de <strong>São Gonçalo do Retiro</strong>, o <strong>Terreiro Kêtu do Axé Opô Afonjá</strong>.  O terreiro ocupa uma área de cerca de 39.000 m2. As edificações de uso religioso e habitacional do terreiro, ocupam cerca de 1/3 do total do terreno, em sua parte mais alta e plana, sendo o restante ocupado pela área de vegetação densa que constitui, nos dias de hoje, o único espaço verde das redondezas.</p>
<p>Filhas-de-santo do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá Por força da topografia do terreno, as edificações do Axé Opô Afonjá se distribuem mais ou menos linearmente, aproveitando as áreas mais planas da cumeada, tornando, no acesso principal, um &#8220;terreiro&#8221; aberto em torno do qual se destacam os edifícios do barracão, do templo principal &#8211; contendo os santuários de Oxalá e de Iemanjá -, da Casa de Xangô e da Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos.  A organização espacial do Axé Opô Afonjá mantém as caracteríticas básicas do modelo espacial típico do terreiro jejê-nagô.</p>
<p>Esses mesmos elementos, são também encontrados nos terreiros da Casa Branca e do Gantois, apenas com uma diferença: no Axé Opô Afonjá o barracão é uma construção independente, ao passo que nos dois outros terreiros ele está incorporado ao templo principal.</p>
<p>Sacerdotisas  do Ilê Axé Opó Afonjá</p>
<p>* Mãe Aninha &#8211; 1909-1938</p>
<p>* Mãe Bada de Oxalá &#8211; 1939-1941</p>
<p>* Mãe Senhora &#8211; 1942-1967</p>
<p>* Mãe Ondina de Oxalá &#8211; 1969-1975</p>
<p>* Mãe Stella de Oxóssi &#8211; 1976</p>
<p>Em 1976, sobe ao trono do Ilê Axé Opô afonjá, a então <strong>Colabá</strong> (um cargo feminino importante que zela por apetrecho consagrado a <strong>Xangô</strong>) da casa, <strong>Stella Azevedo dos Santos</strong>, filha de Oxóssi, que fora iniciada por mãe Senhora de Oxum, tendo como nome religioso <strong>Odé Kaiodê</strong>, que quer dizer em português &#8220;<strong>O caçador trouxe alegria</strong>&#8220;.</p>
<p>A partir daí e até a presente data, o afonjá mantém-se dentro dos princípios construídos por <strong>Iyá Obá Biyi</strong>, mesmo sofrendo relevantes mudanças estruturais (fundamentalmente em seu aspecto geofísico), e até algumas reformulações em torno dos seus rituais, o que é natural no &#8220;caminhar&#8221; do tempo histórico.</p>
<p>Talvez mãe Stella tenha sido a mais política das iyalorixás deste terreiro, e é a mais intelectualizada do que todas anteriores; escreveu livros, atuou publicamente contra o chamado sincretismo religioso que une a imagem de santos católicos à de orixás, construiu escola, biblioteca, idealizou o museu Ilê Ohun Lailai (Casa das coisas antigas), pregou a necessidade do registro escrito contra os lapsos de memória, contribui para pesquisas respeitosas em torno da temática do candomblé que ela dirige. Há trinta e um anos comanda o afonjá, que hoje é uma imensa &#8220;casa de santo&#8221;, que ela considera como &#8220;uma pequena África&#8221; idealizada por sua inspiradora avó Aninha de Xangô.</p>
<p>A marca Ilê Axé Opô Afonjá</p>
<p>Caetano Veloso em sua canção Tapete Mágico, gravada por Gal Costa, em seu disco fantasia, faz uma referência à &#8220;roça do Opô Afonjá&#8221; como símbolo do fantástico e da beleza. E é este o primeiro adjetivo que se pode extrair da espacialidade daquela casa: beleza. As casas da comunidade somando-se às casas dos orixás; a área verde e sagrada; o imponente Palácio de Xangô, chamado por mãe Stella de sede do terreiro; a grandeza indefinível do barracão; e a dança dos orixás em suas festas iluminadas.</p>
<p>Outro adjetivo seria força que se coaduna à idéia que a palavra Axé exprime, e é como o Afonjá é comumente chamado por seus filhos. Paz ¿ também aparece por conta da outra dimensão que se sente lá. E para sintetizar a vocação da sua territorialidade, surge o termo sagrado. O sagrado templo de Xangô, senhor do fogo, da justiça, da vida, que reúne aos seus pés os filhos da Iyá Aninha. O sagrado e mágico chão de &#8220;Yá&#8221;, mãe maior dos ancestrais grunce; a Yemoja iorubana, inseparável mãe mulher irmã do Obá Kossó (Xangô), o grande rei desta espiritualidade.</p>
<p>A grande marca espacial daquela casa é o encontro de duas energias, fogo e água, balizando as demais que surgem da impreterível presença dos outros orixás e encantados. Um patrimônio histórico que ilustra luta, persistência, sabedoria, conflito, negociação, prestígio e apogeu. E que deve sempre se espelhar na memória dos seus mais velhos, e como exemplo, prosseguir a favor dos ventos que alimentam de fé os adeptos desta religião.</p>
<p>A Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, faz parte do Ilê Axé Opó Afonjá, bem como o  <strong>Museu Ilé Ohun Lailai </strong>(<strong>Casa das Coisas Antigas</strong>) inaugurado em 1999, está localizado no andar inferior da Casa de Xangô, onde reune a história do Axé, das Iyalorixás com objetos de culto e roupas em exposição.</p>
<p>Fonte: Wikipédia,a enciclopédia livre e <em><strong>Marlon Marcos</strong>,   jornalista, professor e mestrando em Estudos Étnicos e Africanos pelo Centro de Estudos Afro-Orientais (Ufba)</em></p>


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