Na madrugada do dia 02 de maio, ultimo sábado morreu no Rio de Janeiro, Augusto Boal , diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Fundador do Teatro do Oprimido, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, notadamente nas três últimas décadas do século XX, sendo largamente empregadas não só por aqueles que entendem o teatro como instrumento de emancipação política mas também nas áreas de educação, saúde mental e no sistema prisional.
Na madrugada do dia 02 de maio, ultimo sábado morreu no Rio de Janeiro, Augusto Boal , diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Fundador do Teatro do Oprimido, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, notadamente nas três últimas décadas do século XX, sendo largamente empregadas não só por aqueles que entendem o teatro como instrumento de emancipação política mas também nas áreas de educação, saúde mental e no sistema prisional. Nas palavras de Boal, “o Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. O Teatro do oprimido, foi inspiração das propostas do educador Paulo Freire.
Em 1965 dirigiu ícones da músicais da cultura baiana como Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano, Pitti e Tom Zé no show “Arena Canta Bahia”, no Teatro de Arena.
Nas palavras de Boal, “o Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores – porque atuam – e espectadores – porque observam. Somos todos “espect-atores” .
Obras de Augusto Boal
“JaneStipfire” – edição revisada – Civilização Brasileira – 2003
“O Teatro como arte marcial” – Garamond – 2003
“Hamlet e o filho do padeiro” – Civilização Brasileira – 2000
Jogos para atores e não atores – Civilização Brasileira – 1999
Teatro Legislativo Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996
Aqui Ninguém é Burro! Rio de Janeiro: Revan, 1996
O Suicida com Medo da Morte Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1992
Duzentos Exercícios e Jogos para Ator e Não-Ator com Vontade de Dizer Algo através do Teatro – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991
O Arco-Iris do Desejo – Rio de Janerio: Civilização Brasileira, 1990
Teatro de Augusto Boal 2 São Paulo: HUCITEC,1986
Teatro de Augusto Boal 1 São Paulo: HUCITEC,1986
O Corsário do Rei Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986
Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas- RJ: Civilização Brasileira, 1985
Stop C’est Magique Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980
Milagre no Brasil Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979
Murro em Ponta de Faca São Paulo: HUCITEC, 1978
Jane Spitfire Rio de Janeiro: DECRI,1977
Técnicas Latino-Americanas de Teatro Popular, São Paulo:HUCITEC, 1975
Crônicas de Nuestra América, São Paulo: CODECRI, 1973
Categorias de Teatro Popular Buenos Aires:Ediciones CEPE,1972
Arena conta Tiradentes São Paulo: Sagarana,1967
Prêmios recebidos por Augusto Boal
2003: Proclamation – City of New York – Theater of the Oppressed Day – 27 de maio
2003 Título de ECO-CIDADÃO, Prefeitura de Macaé
2001: Doctor Honoris Causa in Literature, University of London, Queen Mary, UK
2000: Montgomery Fellow, Dartmouth College, Hanover, USA
2000: Doctor Honoris Causa in Fine Arts, Worcester State College, USA
2000: Proclamation of the City of Bowling Green, Ohio. USA
1999: HONRA AO MÉRITO, União e Olho Vivo, 1999-12-07
1998: PREMI D´HONOR, Institutet de Teatre, Barcelona, Spain
1998: PREMIO DE HONOR, Instituto de Teatro, Ciudad de Puebla, México
1997: Prix du Mérite, Ministère de la Culture de l´Egypt
1997: Lifetime Achievement Award of Americam – As of Theatre in Higher Education
1996: Cultural Medal – Götemborg University
1996: Doctor Honoris Causa – in Human Letters – Nebraska University
1995: The Best Special Presentation – Manchester News -UK
1995: Prix Culturel – Institut Fuer Jugendarbeit – Gauting – Baviera
1995: Outstanding Cultural Contribution, Queensland University of Technology
1994: Medalha Pablo Picasso da Unesco
1994: Prêmio Cultural Award da cidade de Gavle-Suécia
1981: Officier des Arts et des Letras- Condecoração – France
1971: Prêmio Obie Award -Feira Latino Americana de Opinião – Estados Unidos
1967: Prêmio Moliére pela criação do Sistema Coringa, Brasil
1965: Prêmio Moliére Para o espetáculo Mandragora de Maquiavel, Brasil
1962: Prêmio Padre Ventura, melhor diretor do ano, São Paulo, Brasil
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